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Cuidados com o bebê

11 erros sobre a segurança do bebê

A partir do momento em que as crianças nascem, a responsabilidade de cuidar da saúde, bem-estar e integridade física delas passa a ser de seus pais — é importante ter em mente que bebês são sensíveis, frágeis e indefesos.

Infelizmente, eles estão bastante expostos a riscos e, muitas vezes, os perigos não são tão aparentes, o que pode criar armadilhas no próprio dia a dia da família. Daí a necessidade dos papais e mamães redobrarem a atenção em relação à segurança dos pequenos.

Quer saber quais são os principais erros que podem ameaçar a segurança do seu bebê? Então continue lendo o nosso artigo e fuja deles a todo custo. Vem com a gente!

Usar protetores de berço e cobertores grossos

Os protetores de berço realmente são fofos e cumprem um papel decorativo no quarto da criança, mas de acordo com a Sociedade Americana de Pediatria, os bebês podem entrar debaixo do protetor e serem sufocados pelo tecido. Se você não abrir mão do protetor, opte por modelos mais fininhos. Quanto aos cobertores, prefira os mais leves e tome cuidado na hora de cobrir o bebê, cubra-o apenas até a altura do peito e mantenha os bracinhos para fora da coberta.

Colocar objetos macios no berço

No intuito de acertar e deixar a hora do soninho mais aconchegante, alguns pais colocam pelúcias, almofadas, rolinhos e enfeites macios dentro do berço. Embora aparentemente inofensivo, esse é um erro grave. Quanto mais livre estiver o berço, mais seguro e confortável será o sono do bebê, pois o risco de sufocação diminui bastante. No caso de crianças mais crescidinhas, a ausência desses objetos também ajuda a prevenir quedas, já que a criança não poderá fazer uma pilha de almofadas e bichinhos para escalar o móvel.

Deixar os móbiles ao alcance do bebê

Os móbiles são lindos e ajudam a entreter os bebês, mas à medida que a criança for crescendo, a altura do móbile deve ser ajustada. É um erro deixá-lo ao alcance do bebê, pois quando ele alcança o móbile, o enfeite pode cair e machucá-lo. Além disso, a criança pode se engasgar com partes pequenas que, eventualmente, venham a se desprender.

Não respeitar a faixa etária indicativa dos brinquedos

Quando for comprar brinquedos para o seu filho ou até mesmo quando ele ganhar brinquedos de terceiros, observe a faixa indicativa, pois utilizar um brinquedo destinado a crianças maiores, coloca a segurança dele em risco. Como as crianças pequenas costumam não só tatear, mas também colocar os objetos na boca, eles podem engasgar com peças pequenas e soltas. Além disso, alguns brinquedos elaborados para crianças maiores podem conter alguma toxidade na tinta, que para os mais velhos não causa danos, mas para os mais novos, pode representar um risco. Além da faixa etária, cheque se o brinquedo possui o selo do INMETRO.

Comprar andador para o bebê

No intuito de fazer com que o bebê aprenda a andar rápido, alguns pais ainda utilizam bastante o andador. No entanto, esse acessório não é recomendado pelos pediatras brasileiros. Além de alcançar certa velocidade e favorecer as quedas, ele não favorece a postura da criança, prejudica a formação dos ossos, e ainda pode fazer com que a criança prenda o dedinho na parede e fazendo com que ele fique completamente inseguro para dar os primeiros passos sozinho. Cada coisa a seu tempo! Seu filho vai andar na hora certa e com o seu suporte. É mais seguro e saudável assim!

Dormir junto com o bebê na cama

Levar o bebê para dormir na cama dos pais é uma falha gravíssima de segurança! É comum que, para que não tenham que levantar durante a madrugada, os pais coloquem o filho recém-nascido para dormir com eles na cama do casal. Além de prejudicar a vida a dois, essa prática ameaça a integridade física da criança, já que os pais podem rolar e sufocá-lo. O ideal é que, desde o início, os bebês tenham o próprio cantinho, que sejam criados tanto uma rotina como hábitos na hora de dormir.

Deixar objetos pequenos ou cortantes em locais acessíveis

Manter moedas, alfinetes, enfeites de cabelo, bibelôs e outros objetos pequenos ao alcance da criança pode ocasionar acidentes sérios, como engasgos fatais que venham a obstruir a respiração. Quanto menor for o objeto, mais alto deve ser o local para guardá-lo. Fica a dica! Em relação a facas, alicates e outros objetos cortantes, a regra é a mesma: guardar em lugares inacessíveis para o bebê.

Manter as piscinas e janelas desprotegidas

Com bebês de colo não há grandes problemas em deixar janelas e piscinas descobertas, mas a partir do momento em que a criança começa a engatinhar, os riscos aumentam — é um erro não colocar tela de proteção em janelas e piscinas. As janelas favorecem as quedas e as piscinas livres podem provocar afogamentos. Lembrando que as crianças podem se afogar com até 2 cm de água, portanto, mesmo a água dos baldes, banheiras e privadas representam riscos para os pequenos.

Colocar o bebê para dormir em posição inadequada

Durante muito tempo, os pais colocavam os bebês para dormir de bruços, por acharem que essa era a posição mais segura. Depois de muitas pesquisas, especialistas chegaram à conclusão de que o melhor para o bebê é dormir de barriga para cima, pois essa posição evita a temida morte súbita em crianças. Mesmo assim, há pais que insistem em posições inadequadas, ameaçando a segurança e bem-estar dos seus filhos.

Instalar a cadeirinha incorretamente

Mesmo com o manual em mãos, existem pais que erram ao instalar a cadeirinha do bebê no carro. Faça essa instalação com calma, de preferência, logo após a compra, com o auxílio da própria loja. Vale lembrar que antes de um ano de idade ou até a criança completar 10 kg, o mais indicado é que a cadeirinha fique virada para a parte traseira do carro. Ao usar a cadeirinha, não esqueça de colocar o cinto de segurança corretamente. O mesmo vale para o cinto de segurança do carrinho de passeio!

Não pensar na segurança das roupas

Outro erro comum é não se atentar à segurança das roupinhas. Muitos pais olham a beleza e conforto, mas desconsideram que até mesmo as roupas podem colocar a segurança dos pequenos em risco. Evite, por exemplo, peças com botões e apliques que se soltem com facilidade, roupas com cordões longos, capuz grande, golas apertadas, etc.

E aí, gostou do nosso artigo? Já cometeu algum desses erros de segurança? Conhece outras falhas que não foram citadas? Compartilhe com a gente!

 

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Roupas de Bebê

5 dicas para comprar roupas importadas para bebê

Comprar roupas importadas para bebês é uma das tarefas mais divertidas da maternidade. Sim! Vestir os pequenos e deixá-los ainda mais fofos dá muito prazer às mamães. São tantas coisas lindas disponíveis no mercado, que encher as sacolas com peças infantis fica muito fácil!

Nesse universo, há lindas roupas de marcas nacionais, mas existem também as incomparáveis peças importadas que, além de diferenciadas em termos de modelos e materiais, são confortáveis, duráveis e oferecem um ótimo custo-benefício.

As roupas infantis importadas normalmente possuem um padrão de qualidade inquestionável e o estilo não falta nas peças gringas. Uma é mais linda que a outra, a ponto de fazer qualquer mamãe babar.

Vestido de festa infantil

Apesar das incontáveis vantagens de adquirir peças importadas, será que com o dólar em alta, comprar roupinhas de marcas internacionais continua sendo um bom negócio? Continua sim, desde que você adote medidas estratégicas para acertar nas compras. Quer saber que medidas são essas? Então veja nossas dicas para comprar roupas importadas para seu bebê.

Planeje suas compras e mantenha o foco

Para não comprar itens desnecessários, planeje as compras de roupinhas importadas com antecedência. Leve em consideração as peças que seu filho já tem, faça uma lista com as que o bebê está precisando e procure limitar as aquisições aos itens predefinidos. Só faça concessões se a oferta for realmente vantajosa ou se você lembrar de alguma coisa que não foi colocada na lista por esquecimento.

Embora as peças importadas possuam preços acessíveis, é importante manter o foco e evitar as compras por impulso. Antes de comprar uma roupa importada, pergunte a si mesma se aquele item combina com seu filho, se a roupa serve na criança, se há ocasiões oportunas para usá-la, se há espaço suficiente para guardar, se ela já não tem uma roupa muito parecida e por aí vai. Essa postura vai te ajudar a adotar um consumo consciente e eficiente.

Considere o tamanho das peças

Outro ponto importante na compra de roupas importadas para bebê é considerar o tamanho das peças. Se você comprar as roupinhas em lojas físicas no exterior, atente-se às etiquetas e seções.

Se seu filho estiver para nascer, for recém-nascido ou tiver até 9 meses, visite a seção Newborn. Crianças de 9 a 24 meses vestem roupas da seção Infant. De 2 a 4 anos, procure a seção Toddler. Dos 4 ao 7 anos, a seção recomendada é a Kids. E garotas e garotos acima de 7 anos encontram suas roupas nas sessões boys sizes e girls sizes.

Em relação aos tamanhos, a equivalência é a seguinte:

  • 2-3 nos EUA equivale a tamanho 2 no Brasil
  • 4-5 nos EUA equivale a tamanho 4 no Brasil
  • 6-7 nos EUA equivale a tamanho 6 no Brasil
  • 8-9 nos EUA equivale a tamanho 8 no Brasil

Ao escolher roupas importadas para seus filhos, tenha sempre em mente que crianças crescem rápido, portanto, evite comprar roupas muito justas ou curtas, pois elas vão acabar sendo pouco aproveitadas. As roupas tamanho RN, por exemplo, possivelmente não caberão mais no seu baby já nas primeiras semanas de vida. Para não errar na escolha, respeite as faixas indicativas de idade, mas considere também o tamanho e peso do seu bebê, pois é comum que crianças de 3 meses já vistam roupinhas de 6 meses tranquilamente.

Conjunto chique infantil feminino

Compre roupas importadas online

Nas lojas virtuais nacionais, a compra de roupas importadas é mais simples, pois os tamanhos já estão convertidos para o tamanho Brasileiro, o que facilita a escolha e evita erros. Ainda assim, se depois de provar o produto, a mamãe resolver trocar por um maior ou menor, a troca pode ser realizada.

Além das facilidades no que diz respeito ao tamanho, as lojas virtuais trazem mais praticidade e conveniência, já que nem todo mundo pode viajar para o exterior para comprar roupas importadas. Nesse caso, é possível pesquisar e comparar preços sem bater perna, a compra é feita em alguns cliques, você economiza gastos com passagem, evita despesas extras com tarifas alfandegárias e recebe a encomenda rapidamente e no conforto do seu lar.

Em compras virtuais, é indispensável optar por lojas confiáveis, que tenham selos indicativos de segurança e possuam uma boa reputação junto aos consumidores. Aproveite para analisar as formas de pagamento possíveis e checar as políticas de troca e entrega. Antes de comprar, certifique-se que há o produto em estoque, pois algumas lojas trabalham com encomendas e o envio pode ultrapassar 45 dias. Dê preferência a lojas que ofereçam roupinhas importadas a pronta-entrega, assim você evita a ansiedade excessiva.

e-Roupas de Bebê é uma ótima alternativa para quem quer comprar online as roupinhas do bebê, de maneira segura, rápida e garantida.

Vestido para bebê de festa infantil

Observe o material e a praticidade da peça

Algumas roupas de bebês são lindas, mas nada práticas e confortáveis. Cheias de botões, cordões e aplicações, tornam-se difíceis de lavar, passar e conservar. Na hora da compra de roupinhas importadas, dê preferência a peças de fácil conservação, que sejam confeccionadas com materiais duráveis e confortáveis, a exemplo do algodão.

Aproveite para conferir a etiqueta com as especificações de lavagem e se certificar de que o tecido é hipoalérgico, macio e resistente a problemas, como as indesejáveis bolinhas. Se a compra for feita online, leia a descrição do produto atentamente e, caso seja necessário, esclareça suas dúvidas através do chat ou SAC.

Pense na economia quando for às compras

Por fim, procure economizar. Pesquise e compare preços, se estiver comprando no exterior, converta o dólar para real, busque promoções e cupons de descontos, calcule o frete os impostos, evite as aquisições por impulso e cogite a possibilidade de comprar marcas importadas em lojas virtuais nacionais.

Para completar, pense no custo-benefício dos produtos, evite fazer estoques de roupas do mesmo tamanho, leve em consideração as formas de pagamento e dê preferência a roupinhas bonitas e resistentes, afinal, comprar roupas de má qualidade é assumir o risco de jogar dinheiro fora.

E aí, você gostou das nossas dicas de como comprar peças importadas de vestuário? Vai colocá-las em prática para comprar lindas roupinhas importadas para o seu bebê? Já comprou roupas gringas alguma vez? Tem outras dicas interessantes para compartilhar? Comente!

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Cuidados com o bebê

Segurança do bebê: veja algumas precauções

Manter a segurança do bebê e das crianças pequenas em casa deve ser prioridade para todas as mamães. Apesar de todo o esforço, no entanto, há descuidos que podem colocar em risco o bem-estar dos pequenos , mesmo dentro do conforto do lar. Virar o cabo da panela para dentro enquanto estiver cozinhando, usar protetores de porta e instalar telas de proteção nas janelas são alguns cuidados que deixam sua casa mais segura.

No post de hoje, veja algumas precauções para manter a segurança do bebê:

Banheiro: criança sozinha é perigo na certa

Em hipótese alguma deixe sozinho no banheiro ou no banho. Como o peso da cabeça é proporcionalmente maior do que o corpo quando o bebê é novinho, é importante não deixá-lo sozinho nem por um instante: ele pode se debruçar em algum local e cair por causa do peso da cabeça.

No banho, o cuidado também deve ser redobrado: dez segundos são suficientes para o bebê ficar submerso e a consciência pode ser perdida em dois minutos. Evite acidentes enchendo a banheira apenas o suficiente para cobrir as pernas do bebê, use tapetes antiderrapantes no fundo e sempre use água morna, e não quente, durante o banho. Para evitar acesso ao vaso, aposte em lacres de privada, que são fáceis de instalar e não deixam a criança abrir a tampa.

Área de serviço exige atenção especial

Um dos cantos da casa mais perigosos para bebês com menos de dois anos, a área de serviço exige cuidados especiais. Baldes, por exemplo, devem permanecer sempre vazios: mesmo apenas 2,5 centímetros de água trazem riscos de afogamento. Produtos de limpeza também são armadilhas para a segurança dos pequenos. Coloridos, podem ser confundidos com brinquedos ou bebidas, como sucos e o primeiro impulso das crianças é experimentá-los. Não corra esse risco deixando produtos como água sanitária, desinfetante e afins em um armário fechado, devidamente trancado ou situado em um lugar alto e fora do alcance.

Cuidado redobrado na cozinha

Caso seu pequeno já ande, é importante redobrar o cuidado com a cozinha. Se estiver cozinhando, certifique-se de que os cabos das panelas estão virados para dentro e não corra o risco do seu filho puxá-lo. Utensílios com fio ou ponte, como tesouras e facas, também devem ser mantidos em um lugar seguro, fora do alcance do pequeno. Adotar puxa-sacos pode ser importante para evitar que o bebê tenha acesso a objetos de plástico e corra o risco de morrer por sufocamento. A lata de lixo deve ficar em um lugar de difícil acesso ou, então, dê preferência para modelos que dificultem que a criança a abra.

Nada de toalhas compridas na sala de jantar

Quem tem filho pequeno deve evitar a todo custo toalhas compridas na mesa de jantar. Crianças são naturalmente curiosas, ativas e costumam se apoiar em tudo para se equilibrar. Por isso, há o risco de puxarem a toalha e derrubar tudo o que estiver em cima dela, como alimentos, copos, pratos, etc. Uma medida preventiva é optar por toalhas curtas ou, ainda melhor, jogos americanos.

Evite problemas com a eletricidade

Infelizmente, choques elétricos são problemas comuns na vida de quem tem filho pequeno. Evite que isso aconteça com seu bebê cobrindo as tomadas da casa com protetores. Além disso, fios elétricos nunca devem ficar à mostra: use os móveis como proteção e esconda-os atrás deles. Secadores de cabelo, sanduicheiras e afins devem ficar sempre fora da tomada e guardados longe do alcance da criança. Fios elétricos desencapados devem ser consertados imediatamente.

Para segurança do bebê, previna quedas

Quem tem filho pequeno não deve nem hesitar: instale já telas de proteção em janelas e varandas. Previna-se contra quedas nunca deixando o bebê sozinho em cima do sofá, trocador, cama ou qualquer superfície alta. Escadas exigem atenção redobrada: use portões de segurança no topo e na base e, caso ela seja aberta na lateral, instale grades ou redes de proteção.

Cuidados na arrumação do berço

Até mesmo a organização do quarto e a escolha do berço exigem alguns cuidados em nome da segurança do bebê. Acessórios muito volumosos, como almofadas e bichos de pelúcia grandes, devem ser evitados. Brinquedos, aliás, devem ser retirados quando a criança estiver dormindo. Se o bebê já conseguir ficar de quatro, tire os móbiles e outros itens que estejam pendurados para evitar que ele os puxe. Se o pequeno já estiver na fase de tentar se levantar, o estrado do berço deve ser abaixado ao máximo.

Dedos presos na porta

Um dos acidentes domésticos mais comuns em famílias com crianças pequenas é o famoso dedo preso na porta. Evite que isso aconteça com seu bebê usando protetores em espuma ou em borracha para evitar que as portas fechem e prendam o dedo da criança. Enquanto não providenciar o protetor, é possível prender um tecido nas maçanetas para impedir a porta de fechar, evitando acidentes e idas ao pronto-socorro.

Atenção aos móveis

A regra aqui é segurança em primeiro lugar, estética em segundo. É a segurança do seu bebê que está em jogo!

  • Móveis altos e pesados devem sempre estar firmes para não correr o risco da criança puxá-los e eles caírem em cima dela;
  • Na hora de escolher um móvel, dê preferência aos que tenham gavetas com trava. Essa é a garantia de que elas não se soltarão se forem puxadas;
  • Estante deve sempre estar parafusada às paredes para não cair;
  • Aparelhos pesados, como som e TV, devem ficar, de preferência, em móveis baixos. Evite ainda que eles fiquem perto da borda para não caírem;
  • Luminárias ficam melhor atrás de móveis, como cadeiras e sofás, para não serem derrubadas pelos pequenos (ou até mesmo pelo vento).

Para manter a segurança do bebê, é importante analisar a casa como um todo e fazer todas as modificações necessárias no ambiente para ter certeza de que seu lar doce lar não oferece perigos o seu bebê. Além disso, não deixar o pequeno sozinho e estar sempre atenta aos seus movimentos é outro ponto importante para prevenir acidentes.

Tem mais alguma dica para compartilhar em relação à segurança do bebê? Deixe nos comentários!

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Enxoval Roupas de Bebê

Enxoval para bebê: confira o que não pode faltar

Basta o teste de gravidez dar positivo, que a futura mamãe já começa a sonhar com o enxoval do bebê. E não é para menos! O mercado infantil é cheio de possibilidades e repleto de coisas lindas que enchem os olhos de qualquer pessoa, quem dirá de uma gestante que está com as emoções à flor da pele e ansiosa pela chegada do pequeno.

É comum que, antes mesmo de saber o sexo do bebê, as primeiras compras sejam feitas. Em muitos casos, itens desnecessários são adquiridos e algumas peças nem chegam a ser usadas. Nesse caso, as aquisições apenas representam mais gastos, mais trabalho e menos espaço em casa.

Para que isso não aconteça com você, listamos todos os itens essenciais para montar um enxoval sob medida para o seu bebê. Quer saber o que não pode faltar? Então vem ver o nosso checklist!

Roupinhas

As roupinhas são essenciais não apenas para que os bebês fiquem lindos, mas também para a proteção térmica dos pequenos, portanto, elas não poderiam ficar de fora da nossa lista.

Apesar das roupas serem muito importantes, é preciso moderar na quantidade, pois na fase inicial da vida, os bebês ganham muitas roupas de presente. Além do mais, as crianças crescem muito rápido. Se você comprar roupas demais, pode ser que seu filho cresça e nem chegue a usá-la.

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Evite os estoques. Compre os itens básicos, em quantidades moderadas. É melhor comprar mais peças à medida que o bebê crescer e a necessidade aparecer. Por exemplo, se a família for convidada para uma festa, você pode comprar uma roupa mais social infantil específica para a ocasião.

Outro ponto a ser considerado é o tipo de roupinha. Ela deve ser confortável e segura, sendo assim, priorize peças macias, hipoalérgicas e que não apertem e nem arranhem a pele sensível da criança. Além disso, evite roupinhas com cordões muito longos, botões e apliques fáceis de retirar.

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Em relação às quantidades, veja a seguir uma sugestão básica para montar o enxoval:

  • 6 bodies de mangas curta;
  • 6 bodies de mangas longas;
  • 6 culotes;
  • 3 pares de meias;
  • 6 macacões.

Considere a estação do ano em que o bebê vai nascer para escolher os tecidos. O outono e o inverno pedem roupinhas de materiais mais quentes, a exemplo do plush. Na primavera e no verão, abuse do algodão. Vale ressaltar que no inverno as roupas demoram um pouco mais a secar, então você pode aumentar um pouco a quantidade de bodies e macacões.

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Fraldas, roupa de cama e banho

Não basta pensar nas roupinhas na hora de montar o enxoval! É preciso lembrar também das atividades do dia a dia e, nesse sentido, alguns itens podem facilitar – e muito – a vida das mamães. Estamos falando das roupas de cama e banho!

  • 3 toalhas felpudas;
  • 3 toalhas fralda;
  • 3 conjuntos de lençol para carrinho;
  • 2 mantas, uma fresca e uma quentinha;
  • 5 fraldas de boca;
  • 5 fraldas de ombro;
  • 1 Mosquiteiro (você vai precisar se a região tiver muitos insetos).

Há quem ache as fraldas de tecido desnecessárias, mas as menores limpam a boca e o rostinho do bebê, enquanto as maiores podem ser colocadas no ombro da mãe para o bebê arrotar, podem servir de cortina para tampar a entrada de sol no carro ou podem ser usadas para cobrir os seios das mamães que não querem deixá-los tão à mostra durante a amamentação.

Ao escolher roupas de cama e banho, aposte em tecidos macios, de preferência 100% algodão ou malha, pois são mais agradáveis, frescos e fáceis de higienizar.

Pense também na praticidade. Peças com babados, por exemplo, podem dar trabalho no dia a dia, já que requerem mais tempo na hora de passar.

Por fim, capriche na escolha das toalhas. Os modelos com capuz são ótimos, pois protegem a cabecinha das crianças do vento e facilitam na hora de secar o cabelo.

Higiene

O kit higiene é extremamente necessário para o enxoval infantil. Muitas vezes, grandes kits são comercializados e nem todos os itens são necessários, mas uma coisa é certa: comprar os itens avulsos é uma boa maneira de economizar.

Existem kits com potes de algodão e cotonete, tigela, pote para pomada de assadura, termômetro, escova, tesoura. Aqui não há regras! Escolha um kit do tamanho que desejar, mas o que não pode faltar em termos de higiene são os seguintes itens:

  • 2 pacotes de algodão;
  • 2 pacotes de lenços umedecidos;
  • 2 sabonetes neutros;
  • 1 conjunto com cortador, tesoura e lixa;
  • 1 bisnaga de creme antiassadura;
  • 1 conjunto de pente e escova para cabelo;
  • 3 pacotes de fraldas descartáveis;
  • 1 garrafa térmica para facilitar as trocas de fralda com água morna;
  • 6 caixas de absorventes de seio.

A regra de ouro aqui é não comprar muitas fraldas descartáveis, pois algumas marcas podem provocar alergias.

Móveis

Já viu quartos cheios de móveis que não têm utilidade e deixam o ambiente da criança menos funcional? Evite esse problema e adquira itens que deixem o quartinho bonito, mas que ao mesmo tempo desempenhem uma função além de decorativa. Você vai precisar de:

  • 1 berço com certificação do INMETRO;
  • 1 cadeira/poltrona de amamentação;
  • 1 guarda-roupa infantil ou cômoda.

Os nichos e prateleiras não são obrigatórios, mas podem ser usados para decorar o ambiente e guardar objetos.

Enfeites, bonecas, quadros, lustres e pelúcias podem ser usados para complementar a decoração, mas evite excessos para não poluir visualmente o quarto e nem acumular poeira, provocando alergias no seu bebê.

Acessórios e itens de passeio

Para finalizar nossa lista de itens essenciais, não poderiam faltar os acessórios usados no dia a dia, bem como, os objetos de passeio:

  • 1 babá eletrônica;
  • 1 banheira;
  • 1 trocador;
  • 1 cadeirinha de carro;
  • 1 carrinho de passeio;
  • 1 Canguru ou Sling.

A banheira pode ou não ter suporte, além de diferenciais, como porta sabonete e porta shampoo. Existem também as banheiras infláveis para levar em viagens. A escolha dos modelos é pessoal, mas uma boa dica é considerar o tamanho do banheiro antes da compra.

O trocador pode ser avulso, encaixado no berço ou embutido na própria cômoda onde as roupinhas são guardadas.

A cadeirinha de carro precisa ter o selo do INMETRO e o tamanho deve ser escolhido de acordo com a indicação de peso e idade. Observe também o tecido e as facilidades de limpeza.

Quanto aos carrinhos, verifique também o selo do INMETRO e certifique-se de que itens, como as travas, cintos e freios funcionam adequadamente para garantir a segurança do seu filho.

Itens opcionais

  • Sapatinhos: Eles são lindos, mas os recém-nascidos não precisam, pois costumam usar macacões com pezinho ou meias.
  • Pagão: O conjunto de pagão combina com um casaquinho, uma camiseta e uma calça de malha, mas o body e o culote cumprem a mesma função e, além disso, são mais práticos.
  • Saída de maternidade: Você não precisa adquirir um conjunto de manta e macacão combinando. Pode fazer a sua própria combinação!
  • Cueiro: Se você já tem mantas, não há a necessidade de comprar o cueiro, a menos que queira muito.
  • Luvas: Só compre luvas se a região realmente for muito fria. Num país tropical como o nosso, esse item é desnecessário na maioria das vezes. Algumas mães colocam luvas para os bebês não se arranharem, mas se as unhas forem mantidas curtinhas, não há esse risco.
  • Conta-gotas: Não precisa comprar conta-gotas à parte. Dificilmente seu bebê precisará de remédios e, se precisar, boa parte deles já vem com o próprio conta-gotas.
  • Fita-crepe: Você certamente não vai precisar desse item em tempos de fraldas descartáveis.
  • Almofada específica para amamentar: Qualquer almofada pode te oferecer mais conforto na hora da amamentação. Teste as almofadas da sua casa antes de adquirir almofadas específicas.
  • Protetor de berço: Apesar de lindo, esse item não costuma ser seguro. Se você não abrir mão dele, prefira os modelos mais finos.
  • Babadores: Os babadores podem ser úteis, mas deixe para comprar quando o baby desmamar.
  • Mamadeira: Compre apenas depois que o bebê desmamar ou se você tiver algum impedimento para amamentar.
  • Perfume: compre colônias apenas se fizer questão. Aplique na roupa e não diretamente na pele do bebê — no entanto, observe se o produto não provoca algum tipo de alergia nele. Óleos podem facilitar o deslizar das mãos nas massagens anticólicas.
Conjunto para bebê

Gostou da nossa lista? Ela vai ser útil na montagem do seu enxoval do bebê? O que você acha que não pode faltar em enxoval para bebê? Comente!

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Roupas de Bebê

9 dicas de tipos de roupas de bebê que seu filho precisa

Uma das tarefas que as futuras mamães mais gostam durante a gravidez, com certeza, é a escolha do enxoval. Montar o quarto e escolher as roupinhas que vestirão o bebê nos seus primeiros meses de vida é um grande prazer para pais de primeira viagem ou até mesmo para os mais experientes, já que cada filho traz uma emoção única.

Mas nem sempre a gestante acerta na escolha, já que as lojas exibem uma infinidade de roupinhas com babados, laços e detalhes que podem pôr em risco a segurança do bebê ou simplesmente oferecem um desconforto desnecessário.

Para ajudar os futuros pais nessa deliciosa tarefa de escolher as roupas de bebê, preparamos algumas dicas de peças que não podem faltar no enxoval:

Bodies

Há quem diga que essa é a peça curinga no enxoval do bebê — realmente, os bodies são confortáveis, práticos e bonitos. Com tamanhos que vão desde o recém-nascido até quase 2 anos, é um item versátil que vai vestir o seu bebê por muito tempo. De manga longa, curta ou até sem manga, eles podem ser encontrados em várias cores, desde os tons pastéis até coloridos vibrantes, com estampas e desenhos infantis.

Alguns modelos possuem uma abertura no pescoço que facilita a colocação, pois permite vestir o bebê por cima ou por baixo. A abertura inferior geralmente é feita com botões, e é possível comprar extensores para prolongar o uso da peça ao longo do crescimento do bebê. A grande vantagem dos bodies é que, como são fechados por baixo, ao segurar o bebê a roupa não sobe, mantendo o bebe aquecido e protegido mesmo estando no colo.

Camisetas e camisas

São encontradas em vários tecidos e estilos, e podem ser usadas combinadas com bermudas, jardineiras, calças ou apenas com a fralda nos dias de mais calor. As camisetas também podem ser colocadas por baixo do macacão, para complementar e aquecer o bebê nos dias mais frios. No caso de camisas mais tradicionais, a dica é procurar peças com a gola de algodão, material mais macio e indicado para ficar em contato com a pele sensível do pescoço do bebê.

Culotes e mijões

Esse tipo de calça de tecido mais leve é perfeita para ser usada acompanhando os bodies ou as camisetas, ou mesmo por baixo do macacão nos dias de temperaturas mais baixas. Outra vantagem é a possibilidade de trocar apenas essa peça se houve algum acidente na hora de trocar a fralda. Também são usados bastante na hora de dormir, pois são confortáveis e práticos.

Macacões

Outra peça prática que está sempre presente no guarda-roupas dos bebês são os macacões, que podem ser de manga longa, manga curta, com ou sem pezinho e de tecidos leves ou mais quentes. Dependendo do estilo, ele pode ser usado como pijama ou até mesmo para sair. Os modelos com botões na frente são mais fáceis de serem colocados, mas existem modelos com abertura inferior que também são práticos e bastante úteis.

Casaquinhos

Uma opção indispensável para aquecer o bebê nos dias mais frios, os casaquinhos são fáceis de vestir e podem ser encontrados em diversos tecidos, desde os tradicionais de lã até os mais modernos, de malha, linha ou moletom. Uma boa dica é comprar modelos maiores, que podem ser usados por mais tempo (usando a manga dobrada nos primeiros meses). Cores neutras também são mais indicadas, pois combinam com vários outros itens do guarda-roupas da criança.

Vestidos

Podem ser usados desde os primeiros meses, e são o xodó das mamães. Na hora de escolher o vestido para uma bebê mais novinha, prefira modelos com poucos babados e fitas, que podem representar um risco. Os modelos regata (sem manga) são perfeitos para o verão, e as peças com manga comprida podem ser usados com calça ou legging no inverno.

Gorros e chapéus

Para proteger o bebê e garantir que ele se mantenha aquecido nos dias de inverno, os gorros são opções práticas e podem ser encontrados em diversas cores e tecidos, sendo que o mais comum (lã) pode causar alergias. Para os dias de calor e sol forte, um chapéu ajuda a proteger a pele sensível do bebê. Procure modelos que cubram as orelhinhas e que prendem debaixo do queixo, para evitar que caia quando o bebê se movimentar.

Meias

As meias devem ser confortáveis, sem elásticos que apertam demais ou dificultam sua colocação. Além de complementar o visual, as meias aquecem os pés dos bebês e podem ser usadas com qualquer roupa, desde macacões e bodies até calças e culotes. Atualmente, é possível encontrar uma grande variedade de meias para bebês, desde as mais leves até as com solado antiderrapante ou imitando sapatinhos.

Sapatinhos

Os sapatos são peças dispensáveis para bebês que ainda não andam, mas se forem feitos de tecido ou materiais leves e confortáveis, eles podem ser usados esporadicamente para compor o look. Quem resiste a um sapatinho de bebê? Com modelos delicados e em várias cores, os sapatinhos podem ser encontrados em tamanhos até para recém-nascidos.

Dicas para escolher e cuidar das roupinhas de bebê

  • Na hora de comprar, escolha um tamanho maior do que a numeração que o bebê está usando. Mesmo que nos primeiros dias ela fique folgada, em pouco tempo ela servirá perfeitamente.
  • No verão, dê preferência a tecidos leves e naturais, como algodão.
  • No inverno, roupinhas de plush, lã e moletom ajudam a aquecer o bebê.
  • Use as tabelas de orientação das marcas para escolher o tamanho correto, de acordo com a idade, altura e peso do bebê.
  • Sempre siga as instruções de limpeza na etiqueta das roupas — algumas peças não podem ser lavadas na máquina ou deixadas ao sol para secar.
  • Use um sabão específico para lavar as roupas do recém-nascido, de acordo com a orientação do seu médico. Lavar a roupa do bebê separadamente também é um cuidado importante nos primeiros meses.
  • Evite vestir o bebê em “camadas”. Uma peça de roupa de tecido mais quente é mais prática do que várias peças de roupa leves.
  • Organize as roupas de bebê no armário de forma prática e acessível.
  • E, principalmente, aproveite o momento das trocas de roupa do bebê para estreitar seus laços com ele, através de conversas, massagens e toques suaves.

E você, já conhecia essas peças indispensáveis de roupinhas de bebê? Quais delas você já comprou? Deixe seu comentário!

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Cuidados com o bebê

Como curar a cólica do bebê?

O seu bebê está chorando faz um tempo com grande intensidade e sem parar. Você já o trocou, já o alimentou, já o agasalhou, já o ninou e nada do chorinho cessar. É um choro tão forte que sinaliza dor, sinaliza que algo não vai bem, sinaliza a incômoda cólica.

Quando nenhum outro motivo justifica o desconforto e o choro estridente, provavelmente o bebê está passando por uma crise de cólicas — vale destacar que as dores abdominais são bastante comuns nos primeiros meses de vida da criança, afinal, o sistema digestivo dos recém-nascidos ainda é bem imaturo. Geralmente, tais crises ocorrem no final da tarde ou à noite, fazendo com que o abdome do pequeno contraia, provocando dor e desconforto.

A boa notícia é que há uma série de técnicas e estratégias para mamães e papais adotarem a fim de aliviar a cólica do bebê. Veja a seguir o que fazer se o seu filho estiver com cólica!

Preste atenção à sua alimentação

Essa dica é exclusiva para as mamães que ainda estão amamentando, afinal, o que elas comem acaba interferindo diretamente na saúde e qualidade de vida dos bebês. A dieta da mãe é um dos fatores causadores de cólicas nas crianças, por isso, deve-se evitar alimentos industrializados ricos em estabilizantes, corantes e conservantes, pois eles dificultam o processo de digestão das crianças.

Massageie a barriga do bebê suavemente

Um dos métodos mais antigos e eficazes para aliviar a cólica e diminuir o desconforto dos bebês é massagear suavemente a barriguinha deles ao primeiro sinal de dor. Com as mãos em forma de concha, faça movimentos lentos e circulares no sentido horário. Deslize uma mão de cada vez, partindo inicialmente da base das costelas em direção à parte baixa do abdome. O toque deve ser sutil e a pressão suave, pois estamos falando de bebês e eles são muito sensíveis.

Deite o bebê e movimente as perninhas dele

Coloque o bebê deitado e lentamente dobre os joelhos dele para que as coxas pressionem levemente a barriga. Feito isso, estenda as pernas da criança e simule movimentos de pedalada. Esse recurso pode ser usado não apenas na hora da dor, mas repetido durante o dia para evitar as cólicas.

Dê um banho quente na criança

Outro método que tende a funcionar é dar um banho quente no baby. Prepare cuidadosamente um banho de imersão e regule a temperatura em torno de 36ºC, no máximo 37ºC. O ambiente deve ser tranquilo e relaxante, de preferência, totalmente silencioso ou com uma música suave, mas jamais tumultuado. Diminua a luz do espaço e converse delicadamente com o pequeno para acalmá-lo. A água quente combinada a esse clima reconfortante vai tranquilizar o bebê, relaxá-lo e fazer a cólica ceder.

Faça uma compressa morna sobre o abdome do bebê

Se os métodos acima não funcionarem, recorra às compressas mornas. Você pode passar uma fralda de tecido a ferro e colocá-la morna sobre a barriga da criança. Se preferir, use uma bolsa térmica durante alguns minutos. O calor vindo da compressa promove a vasodilatação, favorece o fluxo sanguíneo e faz com que a musculatura abdominal relaxe, diminuindo assim o desconforto. Tome cuidado apenas com a temperatura para não queimar ou machucar o seu bebê.

Enrole o bebê no cueiro

Essa técnica também é bem antiga e eficiente. Quando o bebê estiver chorando sem parar por causa das cólicas, enrole-o como um pacotinho ou charutinho. Use o cueiro para envolvê-lo, pois isso diminui a agitação e irritabilidade do pequeno. Você pode deixá-lo quietinho e ficar apenas observando ou caminhar com ele pela casa até que ele se acalme completamente.

Estabeleça um contato pele a pele

Muitas vezes o simples contato pele a pele acalma e acolhe o bebê. A criança pode ser colocada de bruços sobre o peito da mamãe ou do papai. Essa posição facilita a saída dos gazes que agravam a cólica. O quartodeve estar preferencialmente quentinho, o bebê deve estar apenas de fralda e o peito dos pais deve estar descoberto para promover o aconchego completo e transmitir total segurança através do contato pele a pele.

Previna os gases

Quando o bebê mama, ele engole uma considerável quantidade de ar. Isso contribui para a produção de gases que agravam a cólica, portanto, é fundamental preveni-los para evitar as dores abdominais. Depois de cada mamada, faça o bebê arrotar e expelir o ar que foi engolido na amamentação.

Ofereça o peito para o bebê

Muitos bebês se acalmam quando recebem o leite materno. Isso ocorre porque mesmo que a razão do choro não seja fome, o contato com a mãe e a estimulação oral promovida pela sucção satisfazem a criança, relaxam e ajudam a amenizar a cólica. No entanto, não recorra a essa estratégia se o beber recusar repetidamente a mamada ou se ele tiver acabado de mamar.

Medique de acordo com a orientação médica

Depois de tentar várias manobras, sem sucesso, medique a criança, claro, com orientação do pediatra. Existem analgésicos infantis e medicamentos contra a flatulência que podem ser dados aos pequenos, mas somente em último caso e apenas na hora da cólica, pois esses remédios não possuem caráter preventivo e, além disso, contam com contraindicações e efeitos colaterais. Nada de dar medicamentos toda vez que a criança chorar por conta da cólica, entendido?

No mais, mantenha a calma e retire-se de cena quando for necessário. Algumas crises de cólicas duram horas e isso acaba estressando as mães, gerando tensão e preocupação. Para que esses sentimentos negativos não sejam percebidos pela criança e não prejudiquem a aplicação correta dos métodos anticólicas, a mamãe deve sair de cena e deixar o papai ou vovó assumirem o controle temporariamente. Depois de um tempo, já mais calma e aliviada, ela pode voltar e tentar outros recursos para aliviar as dores abdominais do seu pequeno. Lembre-se que para oferecer o melhor para as crianças, pais e mães também precisam estar bem fisicamente e mentalmente.

E aí, gostou das nossas dicas? Achou úteis os métodos anticólicas compartilhados aqui? Já utilizou algum desses? Conhece alguma outra estratégia para aliviar a cólica do bebê? Compartilhe sua experiência e dicas com a gente!

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7 motivos por que os bebês choram

O primeiro som produzido por um bebê ao nascer é o choro. Essa é a forma que ele tem de se comunicar e será a única durante seus primeiros meses de vida. O problema é que nem sempre é fácil identificar imediatamente porque os bebês choram, já que o motivo pode variar bastante.

Com o passar do tempo, os pais certamente passam a distinguir as necessidades da criança, mas até isso acontecer, uma crise de choro pode gerar muito estresse e desespero.

No artigo de hoje, apresentaremos alguns dos principais motivos pelos quais os bebês choram. Acompanhe!

1 – Fome

Talvez tenha passado apenas um pequeno intervalo desde que o bebê foi alimentado e a mãe logo duvida que o choro possa significar fome, mas a verdade é que no estômago de um bebezinho não cabe muito leite, por isso ele não fica saciado por muito tempo.

Geralmente, antes do choro, outros sinais indicam que a criança está com fome, como a sucção da mão ou de qualquer outra coisa que aparecer próxima à sua boca. Por esse ser um dos principais motivos do choro de um bebê, principalmente do recém-nascido, a recomendação é de que se ofereça leite logo que ele começar a chorar. Se esse não for o motivo, provavelmente ele não aceitará ou irá mamar bem pouco, continuando a chorar. Caso isso aconteça, o motivo deve ser outro.

2 – Sono

Nos primeiros meses de vida, os bebês dormem durante grande parte do tempo. Até o terceiro mês, a média é de quinze horas de sono por dia, sendo que geralmente não conseguem ficar mais do que duas horas seguidas acordados. Porém, o bebê às vezes não sabe identificar que está com sono ou não sabe como lidar com a necessidade que está sentindo, por isso tende a ficar bastante irritado antes de conseguir simplesmente adormecer.

Alguns demonstram que estão com sono esfregando os olhos ou apenas ficando inquietos, portanto, aos primeiros sinais, é importante tentar ajudar o bebê a dormir. Criar uma rotina para a hora do sono é algo que pode facilitar para que ele entenda que chegou o momento de dormir, mas cuidado para não condicionar o sono a hábitos complicados e que não podem ser realizados em qualquer lugar e situação.

Vestido de bebê

3 – Dor

O organismo do bebê, em especial seu sistema digestivo, ainda é imaturo em seus primeiros meses, portanto pode apresentar algumas dificuldades de funcionamento. A formação de gases e as cólicas podem provocar dor na barriga do bebê, o que resultará em um choro bastante irritado.

Alguns médicos costumam receitar remédios para aliviar essas dores, mas alguns truques simples também amenizam esse desconforto, como massagens na barriga ou dobrar as perninhas e fazer “movimentos de bicicleta” play live blackjack online. As mães que amamentam também devem prestar atenção ao que comem, pois alguns alimentos podem favorecer o surgimento do incômodo na criança.

4 – Necessidade de aconchego

Durante muitos meses, o bebê sentiu-se seguro e confortável dentro do útero, por isso, após o nascimento, tem a necessidade de ainda sentir-se aconchegado. Em alguns momentos de choro, a necessidade pode ser apenas de ter contato com a mãe ou o pai, e só o colo resolve.

Para facilitar, muitas mães optam pelo sling ou o canguru, pois assim elas conseguem realizar outras atividades sem abrir mão de oferecer o contato que o bebê anseia. Os recém-nascidos também demoram um pouco a se acostumar com a quantidade de espaço ao seu redor — deixar a criança bem enrolada em uma manta ou deitada em um carrinho ou moisés também pode ser o suficiente para produzir a sensação de conforto que ela precisa.

5 – Fralda suja

Alguns bebês não demonstram incômodo quando a fralda está suja ou molhada, mas outros ficam bastante nervosos. Se o bebê está chorando, vale conferir como está a sua fralda e trocá-la caso haja necessidade. Isso também é importante para evitar que a pele fique irritada, o que poderá provocar ainda mais choro.

6 – Desconforto

Mesmo que já tenha verificado os outros motivos, antes de dizer que o bebê está chorando à toa, lembre-se de que algumas coisas aparentemente sem importância podem incomodá-lo. Alguns exemplos: uma etiqueta na roupa irritando sua pele, um elástico apertado em alguma peça do vestuário, como a meia, uma coceira, frio ou calor.

Deve-se sempre atentar que cada bebê é de um jeito e nem sempre que o adulto está com calor ou frio, quer dizer que ele também estará. Se estiver em dúvida, toque a barriga do bebê, se ela estiver fria, agasalhe mais a criança, se estiver suada, tire um pouco de suas roupinhas.

7 – Cansaço

Passar muito tempo fora de casa, muitas visitas, excesso de barulho ou outras mudanças na rotina podem deixar o bebê agitado e cansado. Após situações de maior estímulo, ele pode ter dificuldade de se desligar e ficar irritado, o que provoca o choro. Nesse caso, uma opção é promover um ambiente tranquilo, com menos luz e barulho, para tentar tranquilizar o bebê.

Dicas para fazer o bebê parar de chorar

Ruídos

Geralmente, acreditamos que os bebês precisam de silêncio, mas há um tipo de barulho que pode ser bastante eficaz para acalmá-los, que é chamado de ruído branco, similar à estática de um rádio ou televisão fora do ar. A verdade é que esse som contínuo pode mascarar os outros barulhos externos que estejam incomodando e produz tranquilidade, principalmente por remeter ao som que o bebê ouvia dentro da barriga da mãe.

Massagem

Não é preciso ter técnicas específicas, apenas apalpe o corpo do bebê de um jeito suave e delicado, na intenção de produzir sensação de conforto e relaxamento.

Movimento

Toda criança gosta de ser ninada, seja no colo, em um carrinho de bebê, em uma cadeirinha de balanço ou mesmo em um carro em movimento. Uns são mais agitados e outros preferem ficar mais quietos, o importante é descobrir qual é o ritmo que acalma seu bebê e utilizá-lo quando precisar deixá-lo mais tranquilo.

Depois dessa lista e das nossas orientações, ficou mais fácil identificar os motivos por que os bebês choram, não é mesmo? Tem alguma dica ou dúvida sobre o assunto? Compartilhe com a gente nos comentários!

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Você sabe como funciona o sono do bebê?

Você sabia que dormir é uma necessidade fisiológica tão importante quanto respirar, se alimentar e beber água? Só para se ter ideia, os maus hábitos do sono podem acarretar doenças sérias, como a hipertensão, obesidade e diabetes. Em síntese, dormir não é apenas uma questão de relaxar e descansar. É uma questão de saúde!

A qualidade do sono deve ser buscada desde cedo, pois dormir bem é essencial para o desenvolvimento das crianças. Quanto antes os pequenos aderirem a bons hábitos, mais fácil será de manter uma rotina saudável do sono quando eles crescerem.

Pensando nisso, preparamos um material especial para que você entenda como funciona o soninho dos bebês. Fique de olhos bem abertos no nosso artigo e deixe para dormir depois, pois as informações que vamos dividir contigo são preciosas. Venha com a gente!

Vestido bebê branco

A importância do sono para os bebês

O sono de qualidade é fundamental para que o bebê fique tranquilo durante o dia, mas também está ligado ao desenvolvimento da criança e equilíbrio hormonal. Durante o sono, o organismo das crianças produz melatonina, TSH, prolactina, grelina e GH, o hormônio do crescimento. Na infância, 90% do hormônio do crescimento é liberado justamente quando a criança está dormindo. Ou seja, seu filho cresce enquanto dorme. Vale ressaltar que esse hormônio também é crucial para os pequenos porque evita o acúmulo de gordura corporal, ajuda na manutenção do tônus muscular, fortalece os ossos e aumenta a disposição.

Quanto tempo o bebê dorme em cada fase

Cada bebê tem suas particularidades e hábitos, portanto, não é incomum que o filho da sua amiga durma por muitas horas seguidas, enquanto seu filho acorda toda hora. Alguns dormem duas ou três horas a mais por dia do que os outros, mas de modo geral, a quantidade média de sono é a seguinte em cada etapa do desenvolvimento:

1 mês: 8 horas e 30 minutos de sono durante a noite. De dia, os bebês dormem aproximadamente 7 horas, distribuídas entre 3 sonecas.

3 meses: 10 horas de sono noturno e 5 horas de sono diurno, distribuídas entre 3 sonecas.

6 meses: 11 horas de sono à noite e 4 horas de sono de dia. As sonecas caem para duas vezes.

9 meses: 11 horas de sono noturno e 3 horas de sonecas de dia.

12 meses: 11 horas e 15 minutos de sono à noite e 2 horas divididas entre duas sonecas de dia.

18 meses: 11 horas e 15 minutos de sono noturno e 2 horas e 15 minutos de soneca.

2 anos: 11 horas de sono de noite e 2 horas em uma única soneca de dia.

3 anos: 10 horas e 30 minutos de sono noturno e 1 hora e 30 minutos em uma sonequinha.

Você deve ter reparado que, no geral, bebês dormem bastante, não é mesmo? Eles realmente precisam de mais horas de sono do que os adultos. Os recém-nascidos normalmente dormem o dobro de horas do que seus pais e isso é plenamente normal e saudável!

O padrão do sono dos bebês

Se você está preocupada porque o seu bebê dificilmente dorme ininterruptamente, saiba que isso é normal, afinal, eles precisam acordar para as mamadas. Além disso, os ciclos de sono do bebê são mais curtos do que os ciclos de sono dos adultos. Enquanto os adultos passam por cinco estágios do sono, os bebês passam por dois: o ativo e o tranquilo. O sono ativo é a etapa em que o bebê acorda mais facilmente, além de apresentar movimento rápido dos olhos, respiração irregular, movimentos corporais e vocalizações. O sono tranquilo, por sua vez, é marcado por respiração rítmica, ondas lentas e pouca movimentação. Nesse estágio, não há o movimento dos olhos.

Dicas para que seu bebê durma melhor

  • Deixe as brincadeiras e conversas com o pequeno para as mamadas durante o dia. Na alimentação noturna, o momento da amamentação deve ser tranquilo, a fim de favorecer a preparação para o sono. Essa medida vai ajudar o organismo do seu filho a entender as diferenças entre dia e noite.
  • A partir de 2 meses, permita que seu pequeno pegue no sono sozinho. Quando ele estiver sonolento, coloque-o no berço. Isso evita que a criança fique demasiadamente dependente e só durma mamando ou quando você estiver ninando-a.
  • Estabeleça o ritual do sono. Uma boa sugestão é dar banho, trocar a fralda, colocar uma roupinha macia e contar uma história, mas o ritual pode ser criado de acordo com cada família.
  • Transforme objetos de estimação em aliados. Os bichinhos de pelúcia antialérgicos e naninhas podem virar os companheiros favoritos do seu pequeno e ajudá-lo a pegar no sono. Um bom truque é ficar com esse objeto por um tempo para que ele pegue o cheirinho da mamãe.
  • Aposte em roupas confortáveis. Para que seu pequeno durma bem, invista em roupinhas e pijamas macios ao toque e que não sejam apertadas. As peças de algodão são as mais recomendadas, nesse caso. Roupa importada de bebê também pode ser uma ótima escolha para deixar seu filho pronto para dormir por horas seguidas.
  • Não pegue o bebê no colo ao primeiro chorinho. Deixe-o chorar um pouco, depois vá até ele, seja gentil, faça um carinho, mas não pegue-o no colo a menos que seja para alimentá-lo. Seja firme nesse momento, pois ele precisa saber que é hora de dormir.
  • A responsabilidade de confortar a criança pode e deve ser dividida entre pai e mãe. Com poucos meses, a mãe já cumpre esse papel a cada mamada, mas à medida que a criança for crescendo, o pai pode ajudar no processo de acalmar o filho, contar histórias, etc.
  • Crie um ambiente favorável ao sono. Um quartinho limpo, organizado, silencioso e acolhedor faz toda diferença no soninho dos pequenos. Evite luzes muito fortes, pois isso impede que a criança adormeça com facilidade.
  • Tenha paciência. Os bebês possuem padrões de sono diferentes dos adultos e isso ocorre porque eles ainda não se adaptaram ao ambiente externo e nem desenvolveram seu sistema circadiano. Para completar, o organismo deles ainda não sabe as diferenças entre dia e noite.
  • Coloque o bebê para dormir de barriga para cima. A posição segura para o bebê dormir é essa, pois evita os sufocamentos e a temida síndrome da morte súbita infantil.

E aí, como o seu bebê tem dormido? Essas dicas vão te ajudar a garantir um soninho saudável e tranquilo para o pequeno! Compartilhe suas opiniões e experiências conosco através dos comentários. Ah, e para ver a importância de ensinar as crianças a respeitarem horários, leia também o nosso post “7 dicas para educar crianças”.

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Família

13 mitos e verdades sobre a amamentação

Seu bebezinho tão esperado está para chegar e você e sua família estão vivendo a gostosa expectativa de conhecer o mais novo membro. É hora de muita alegria, mas também de muitas dúvidas para a mamãe que quer sempre o melhor para seu bebê. Uma das decisões importantes a serem tomadas neste momento é sobre a amamentação e não vão faltar palpites e conselhos vindos de outras mamães, das vovós e das amigas. O assunto amamentação costuma atrair diferentes opiniões, e muitas pessoas à sua volta vão querer mostrar que sabem o que é melhor para o SEU bebê.

Nesse momento, a coisa mais importante a se lembrar é essa: amamentar ou não é uma decisão pessoal sua e não da família. É natural que você esteja se sentindo insegura e cheia de dúvidas quanto a este assunto, então preparamos este post para ajudar você, futura mamãe, a conhecer os mitos e verdades sobre a amamentação.

Vestidos de bebe

Amamentação é benéfica para a saúde do bebê

Verdade. Sem dúvida, esta é uma opinião unânime entre os médicos e abalizada pela Organização Mundial de Saúde: o leite materno é um alimento completo e contém todos os nutrientes que seu bebê precisa até os seis meses de idade. Além de bem nutrido, o bebê amamentado no peito também estará protegido contra infecções, alergias, diabetes, doenças cardíacas, afecções de pele e outras doenças, além de prevenir a obesidade infantil. E mais ainda: o desenvolvimento do cérebro do bebê amamentado no peito também é favorecido.

Algumas mães têm leite fraco

Mito. Não existe leite fraco, todo leite materno é bom para o bebê. Algumas vezes, a mãe compara o leite materno ao leite de vaca e acha que seu leite está aguado, pois o da vaca é mais espesso. O leite humano é naturalmente menos denso, mas isso não significa que é “fraco”. Mesmo as mães desnutridas são capazes de produzir leite materno adequado para o bebê.

Amamentar dói

Mito. A amamentação deve ser um processo natural e indolor. Nos casos em que há dor, o mais provável é que o bebê não esteja sugando corretamente. O ideal é que o bebê tenha a aréola inteira na boquinha e não apenas o bico do mamilo, que é a parte mais sensível. As rachaduras do bico do seio ocorrem pelo processo de sucção errada. A equipe da maternidade estará pronta para orientar as mamães quanto ao modo correto de amamentar.

Quem tem prótese de silicone nos seios não pode amamentar

Mito. Dependendo da técnica usada no implante, não há problema algum. O ideal é que o corte cirúrgico para a colocação da prótese seja feito pela axila ou pela dobra do seio e não pela aréola. Caso você pretenda amamentar depois da colocação da prótese, discuta antes com o cirurgião sobre o melhor técnica cirúrgica a adotar.

Dar a mamadeira é mais fácil do que amamentar

Mito. Desculpe, mas isso é conversa dos fabricantes de fórmulas para alimentação infantil que querem aumentar as vendas, então tentam desestimular o aleitamento materno. Depois de alguns dias de adaptação entre mãe e filho, amamentar se torna fácil e natural. E você tem o leite prontinho para o seu bebê na hora em que ele quiser, sem se preocupar com a esterilização de mamadeiras e outras providências.

Amamentar emagrece

Verdade. A produção de leite queima calorias, por isso a mãe emagrece mais rapidamente ao amamentar. Mantenha uma alimentação saudável e equilibrada que logo você estará em forma novamente. É normal que a mãe perca de 600 a 800 calorias por dia enquanto estiver amamentando, o que equivale a uma caminhada de meia hora em ritmo moderado. Você emagrece sem esforço físico, enquanto desfruta de deliciosos momentos de intimidade com o seu bebê!

Quem tem mamilo invertido não consegue amamentar

Mito. A natureza é sábia e sempre acha um jeitinho. À medida que os seios crescem durante a gravidez, a tendência é de que os mamilos se tornem mais salientes. Você também pode encontrar nas farmácias as conchas de silicone próprias para serem usadas na gravidez e que ajudam a moldar os mamilos. E fique tranquila, pois assim que o bebê nascer, a equipe de enfermagem vai te ajudar a encontrar o jeito melhor para amamentar.

Você não vai engravidar novamente enquanto amamentar

A questão aqui é mais delicada. Não é provável que você engravide, mas é melhor não contar com a amamentação como garantia para evitar uma nova gravidez. Peça orientação médica quanto ao melhor método anticoncepcional a adotar nesse período.

Amamentar provoca flacidez dos seios

Mito. A flacidez dos seios pode estar ligada a fatores genéticos ou ao ganho de peso excessivo durante a gravidez, mas não está relacionada à amamentação. Seus seios vão aumentar muito de tamanho enquanto estiverem produzindo leite, mas a tendência é de que eles voltem naturalmente ao que eram antes quando chegar o final do período de amamentação.

O leite materno pode ser congelado

Verdade. Tome cuidados especiais com a higiene ao extrair o leite. Lave bem as mãos e os antebraços, prenda os cabelos e evite falar durante a coleta. Se necessário, use bombas de extração de leite e armazene em recipientes bem lavados e esterilizados, antes de levar ao freezer. Cole no frasco uma etiqueta com a hora e dia em que o leite colhido. Segundo a Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano, o leite congelado no freezer pode ser usado até por 15 dias.

Ao voltar ao trabalho, a mãe tem de interromper a amamentação

Mito. A lei garante o direito a dois intervalos de meia hora para amamentação até que seu bebê complete seis meses. Esse tempo pode ser prorrogado, caso houver recomendação médica. A maioria das mães prefere somar os dois intervalos de meia hora e sair do trabalho uma hora mais cedo. Além disso, você pode coletar e congelar o seu leite (siga as orientações do item acima) e deixar para o seu bebê enquanto estiver no trabalho.

A mãe precisa de alimentação especial durante a amamentação

Mito. O que você precisa é de alimentação saudável e equilibrada, o que você já deve ter adotado desde a gravidez, mas não precisa cortar nada de sua alimentação. Até uma taça de vinho para comemorar o nascimento é permitida, só não valem os excessos de álcool, cafeína e frituras, mas isso você já sabe desde que engravidou, não é? Tenha uma garrafinha de água por perto enquanto amamenta e mantenha-se sempre bem hidratada!

A amamentação é benéfica para a saúde da mãe também

Verdade. A produção de prolactina e ocitocina promove uma sensação de relaxamento e bem-estar para a mamãe e aquele momento gostoso de olho no olho que acontece durante a amamentação fortalece os laços com o bebê. Amamentando você emagrece e volta à forma mais rapidamente, fica protegida contra câncer de mama e de ovários e de doenças cardiovasculares.

Então, agora você já sabe que o aleitamento materno é extremamente benéfico para mãe e filho e vai garantir a saúde e a segurança de seu bebê tão precioso. Tome sua decisão baseada em informações do/da obstetra e de fontes confiáveis e não baseando-se em mitos e “conversas de comadres”.

Compartilhe suas experiências conosco e deixe seus comentários no blog para ajudar as outras mamães!

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Roupas de Bebê

Dicas para conservar as roupas importadas do seu bebê

As roupas infantis importadas são conhecidas pela qualidade e durabilidade, no entanto, esse fato não minimiza a importância do cuidado com as peças, até como forma de conservá-las bonitas e íntegras por mais tempo.

Se você costuma comprar roupas de marcas importadas para os seus filhos e não deseja que essas peças estraguem com as sucessivas lavagens, veja os cuidados que você deve adotar para conservar as roupas do seu bebê. Se bobear, algumas roupinhas importadas poderão até ser usadas pelo seu próximo filho. Basta cuidar delas com carinho!

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Como lavar as roupas importadas?

Para manter as roupas novinhas em folha, perfeitas para usar por mais tempo ou até para vendê-las quando não mais couberem no seu bebê, é importante ser muito cuidadoso na hora da lavagem. Veja a seguir tudo que você precisa saber sobre a lavagem de roupas infantis importadas:

Separe as roupas cuidadosamente

Nada de lavar roupas brancas junto com roupas pretas, roupas de pelos com roupas sem pelo, roupas pesadas com roupas delicadas! É preciso selecionar peça por peça e ler as instruções contidas na etiqueta do produto. Nada de jogar as roupas das crianças aleatoriamente na máquina.

Cuidado com o excesso de sabão

Não use muito sabão para lavar as roupas, pois o excesso de pode amarelar as roupas. Além disso, usar sabão demais impede o enxágue perfeito e o acúmulo de resíduos acaba danificando as fibras têxteis e endurece o tecido da roupinha.

Água quente só depois de pré-lavagem fria

Mesmo que a roupa esteja bem suja, jamais lave-a diretamente com água quente. Se você fizer isso, em vez de remover a sujeira, a alta temperatura irá cozinhá-la, deixando a peça amarelada. Lave primeiro com água fria e, só depois, lave com água quente.

Não exagere na quantidade de amaciante

Assim como o uso exagerado de sabão, o uso exagerado de amaciante também pode danificar as fibras das roupinhas, deixando-as mais duras e ásperas. Para assegurar roupas macias, cheirosas e confortáveis, além de usar a quantidade ideal de amaciante, é preciso optar por produtos de marcas confiáveis e qualidade reconhecida no mercado.

Conjunto Carters 2 pecas 12m Amarelo com Floral

Redobre a atenção com as roupas delicadas

Não há roupa delicada que sobreviva à máquina de lavar! Peças bordadas, com apliques, laços e rendas devem ser, preferencialmente, lavadas à mão para que durem por mais tempo e preservem sua beleza.

Não se esqueça da manutenção da máquina

O que a manutenção da máquina tem a ver com a preservação das roupas infantis? Tudo! Esses aparelhos possuem filtros que devem ser limpos regularmente para que as roupas não fiquem com fiapos e a qualidade do filtro de lavagem não seja comprometida.

Coloque as roupas para secar em lugar iluminado e arejado

Para que as roupinhas fiquem bem secas e apropriadas para o uso, coloque-as para secar em um ambiente iluminado e arejado. A incidência de luz solar é essencial para eliminar a umidade e exterminar germes e bactérias. A ventilação também ajuda no processo, mas vale lembrar que se a etiqueta informar que a roupa deve ser seca à sombra, é preciso respeitar a recomendação. É o caso das roupas de lã, que devem ser lavadas com detergente neutro e colocadas para secar em áreas sombreadas.

Conjunto infantil feminino 3 peças RN Carters

Como guardar as roupinhas do seu filho?

Quem tem um bebê em casa e costuma vesti-lo com roupas importadas, também precisa tomar cuidado na hora de guardar as roupinhas. As peças de inverno, por exemplo, nem sempre necessitam de lavagem antes do uso, desde que sejam guardadas limpas na estação anterior. Roupas guardadas sujas atraem traças e ácaros, provocando danos irreversíveis à peça.

Diante disso, antes de guardar as roupas de uma temporada para receber as de outra estação, faça a higienização das peças. Lave-as, deixe-as secar e, quando estiverem livres de umidade, coloque-as dentro de sacos de proteção. Para reforçar os cuidados, lave as peças com produtos bactericidas.

De modo geral, a melhor forma de guardar as roupas das crianças é colocá-las em sacos de TNT, pois eles protegem as peças, mas, ao mesmo tempo, permitem que elas respirem. Roupas bordadas com pérolas e pedrarias devem ficar guardadas pelo avesso. Ah, e jamais passe perfume diretamente nas roupinhas dos bebês, pois além de amarelar a peça, a umidade do perfume pode provocar bolor nas roupas.

Conjunto Carters 3 pecas 18 m Mommys Cutie

Como tirar o amarelado das peças?

Infelizmente, por mais que você cuide bem das roupas do pimpolho, eventualmente podem surgir aquelas indesejadas manchas amareladas. Normalmente isso acontece quando as roupas de uma temporada são guardadas para dar lugar a outras peças. Assim que a estação muda, os pais têm a desagradável surpresa de encontrar as roupas que foram armazenadas meses atrás um pouco encardidas.

É comum que as mamães usem cloro e água sanitária para tentar clarear essas manchas, mas a tentativa pode não só ser em vão, como também intensificar o amarelamento, especialmente quando se usa água quente. Para evitar maiores danos na peça, procure neutralizar a ação do produto clorado com outro ácido, a exemplo do vinagre de maçã. Adicione um copo de vinagre no último enxágue.

Como remover manchas?

As manchas de gordura que eventualmente acumularem nas roupinhas do pequeno devem ser limpas com detergente neutro ou removedor específico. Já as manchas de ferrugem ou oxidação do tempo, pedem uma limpeza mais profunda, um alvejamento utilizando com peróxido a quente (65ºC). Ainda assim, os resultados nem sempre são plenamente satisfatórios.

Como passar as roupas infantis importadas?

As roupas infantis devem ser passadas cuidadosamente com ferro, pois a temperatura elevada ajuda a eliminar germes e bactérias residuais. Os tecidos muito delicados devem ser passados com atenção redobrada, normalmente pelo avesso e com o ferro um pouco mais frio. Usar o ferro de vapor vertical também é uma ótima opção.

E aí, você vai adotar essas práticas no seu dia a dia? Que outros cuidados você segue para conservar as roupas importadas de bebê? Compartilhe as suas opiniões e experiências com outros papais e mamães através dos comentários e continue acompanhando o nosso blog para ficar por dentro de outras dicas!