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Cuidados com o bebê

11 erros sobre a segurança do bebê

A partir do momento em que as crianças nascem, a responsabilidade de cuidar da saúde, bem-estar e integridade física delas passa a ser de seus pais — é importante ter em mente que bebês são sensíveis, frágeis e indefesos.

Infelizmente, eles estão bastante expostos a riscos e, muitas vezes, os perigos não são tão aparentes, o que pode criar armadilhas no próprio dia a dia da família. Daí a necessidade dos papais e mamães redobrarem a atenção em relação à segurança dos pequenos.

Quer saber quais são os principais erros que podem ameaçar a segurança do seu bebê? Então continue lendo o nosso artigo e fuja deles a todo custo. Vem com a gente!

Usar protetores de berço e cobertores grossos

Os protetores de berço realmente são fofos e cumprem um papel decorativo no quarto da criança, mas de acordo com a Sociedade Americana de Pediatria, os bebês podem entrar debaixo do protetor e serem sufocados pelo tecido. Se você não abrir mão do protetor, opte por modelos mais fininhos. Quanto aos cobertores, prefira os mais leves e tome cuidado na hora de cobrir o bebê, cubra-o apenas até a altura do peito e mantenha os bracinhos para fora da coberta.

Colocar objetos macios no berço

No intuito de acertar e deixar a hora do soninho mais aconchegante, alguns pais colocam pelúcias, almofadas, rolinhos e enfeites macios dentro do berço. Embora aparentemente inofensivo, esse é um erro grave. Quanto mais livre estiver o berço, mais seguro e confortável será o sono do bebê, pois o risco de sufocação diminui bastante. No caso de crianças mais crescidinhas, a ausência desses objetos também ajuda a prevenir quedas, já que a criança não poderá fazer uma pilha de almofadas e bichinhos para escalar o móvel.

Deixar os móbiles ao alcance do bebê

Os móbiles são lindos e ajudam a entreter os bebês, mas à medida que a criança for crescendo, a altura do móbile deve ser ajustada. É um erro deixá-lo ao alcance do bebê, pois quando ele alcança o móbile, o enfeite pode cair e machucá-lo. Além disso, a criança pode se engasgar com partes pequenas que, eventualmente, venham a se desprender.

Não respeitar a faixa etária indicativa dos brinquedos

Quando for comprar brinquedos para o seu filho ou até mesmo quando ele ganhar brinquedos de terceiros, observe a faixa indicativa, pois utilizar um brinquedo destinado a crianças maiores, coloca a segurança dele em risco. Como as crianças pequenas costumam não só tatear, mas também colocar os objetos na boca, eles podem engasgar com peças pequenas e soltas. Além disso, alguns brinquedos elaborados para crianças maiores podem conter alguma toxidade na tinta, que para os mais velhos não causa danos, mas para os mais novos, pode representar um risco. Além da faixa etária, cheque se o brinquedo possui o selo do INMETRO.

Comprar andador para o bebê

No intuito de fazer com que o bebê aprenda a andar rápido, alguns pais ainda utilizam bastante o andador. No entanto, esse acessório não é recomendado pelos pediatras brasileiros. Além de alcançar certa velocidade e favorecer as quedas, ele não favorece a postura da criança, prejudica a formação dos ossos, e ainda pode fazer com que a criança prenda o dedinho na parede e fazendo com que ele fique completamente inseguro para dar os primeiros passos sozinho. Cada coisa a seu tempo! Seu filho vai andar na hora certa e com o seu suporte. É mais seguro e saudável assim!

Dormir junto com o bebê na cama

Levar o bebê para dormir na cama dos pais é uma falha gravíssima de segurança! É comum que, para que não tenham que levantar durante a madrugada, os pais coloquem o filho recém-nascido para dormir com eles na cama do casal. Além de prejudicar a vida a dois, essa prática ameaça a integridade física da criança, já que os pais podem rolar e sufocá-lo. O ideal é que, desde o início, os bebês tenham o próprio cantinho, que sejam criados tanto uma rotina como hábitos na hora de dormir.

Deixar objetos pequenos ou cortantes em locais acessíveis

Manter moedas, alfinetes, enfeites de cabelo, bibelôs e outros objetos pequenos ao alcance da criança pode ocasionar acidentes sérios, como engasgos fatais que venham a obstruir a respiração. Quanto menor for o objeto, mais alto deve ser o local para guardá-lo. Fica a dica! Em relação a facas, alicates e outros objetos cortantes, a regra é a mesma: guardar em lugares inacessíveis para o bebê.

Manter as piscinas e janelas desprotegidas

Com bebês de colo não há grandes problemas em deixar janelas e piscinas descobertas, mas a partir do momento em que a criança começa a engatinhar, os riscos aumentam — é um erro não colocar tela de proteção em janelas e piscinas. As janelas favorecem as quedas e as piscinas livres podem provocar afogamentos. Lembrando que as crianças podem se afogar com até 2 cm de água, portanto, mesmo a água dos baldes, banheiras e privadas representam riscos para os pequenos.

Colocar o bebê para dormir em posição inadequada

Durante muito tempo, os pais colocavam os bebês para dormir de bruços, por acharem que essa era a posição mais segura. Depois de muitas pesquisas, especialistas chegaram à conclusão de que o melhor para o bebê é dormir de barriga para cima, pois essa posição evita a temida morte súbita em crianças. Mesmo assim, há pais que insistem em posições inadequadas, ameaçando a segurança e bem-estar dos seus filhos.

Instalar a cadeirinha incorretamente

Mesmo com o manual em mãos, existem pais que erram ao instalar a cadeirinha do bebê no carro. Faça essa instalação com calma, de preferência, logo após a compra, com o auxílio da própria loja. Vale lembrar que antes de um ano de idade ou até a criança completar 10 kg, o mais indicado é que a cadeirinha fique virada para a parte traseira do carro. Ao usar a cadeirinha, não esqueça de colocar o cinto de segurança corretamente. O mesmo vale para o cinto de segurança do carrinho de passeio!

Não pensar na segurança das roupas

Outro erro comum é não se atentar à segurança das roupinhas. Muitos pais olham a beleza e conforto, mas desconsideram que até mesmo as roupas podem colocar a segurança dos pequenos em risco. Evite, por exemplo, peças com botões e apliques que se soltem com facilidade, roupas com cordões longos, capuz grande, golas apertadas, etc.

E aí, gostou do nosso artigo? Já cometeu algum desses erros de segurança? Conhece outras falhas que não foram citadas? Compartilhe com a gente!

 

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Cuidados com o bebê

Segurança do bebê: veja algumas precauções

Manter a segurança do bebê e das crianças pequenas em casa deve ser prioridade para todas as mamães. Apesar de todo o esforço, no entanto, há descuidos que podem colocar em risco o bem-estar dos pequenos , mesmo dentro do conforto do lar. Virar o cabo da panela para dentro enquanto estiver cozinhando, usar protetores de porta e instalar telas de proteção nas janelas são alguns cuidados que deixam sua casa mais segura.

No post de hoje, veja algumas precauções para manter a segurança do bebê:

Banheiro: criança sozinha é perigo na certa

Em hipótese alguma deixe sozinho no banheiro ou no banho. Como o peso da cabeça é proporcionalmente maior do que o corpo quando o bebê é novinho, é importante não deixá-lo sozinho nem por um instante: ele pode se debruçar em algum local e cair por causa do peso da cabeça.

No banho, o cuidado também deve ser redobrado: dez segundos são suficientes para o bebê ficar submerso e a consciência pode ser perdida em dois minutos. Evite acidentes enchendo a banheira apenas o suficiente para cobrir as pernas do bebê, use tapetes antiderrapantes no fundo e sempre use água morna, e não quente, durante o banho. Para evitar acesso ao vaso, aposte em lacres de privada, que são fáceis de instalar e não deixam a criança abrir a tampa.

Área de serviço exige atenção especial

Um dos cantos da casa mais perigosos para bebês com menos de dois anos, a área de serviço exige cuidados especiais. Baldes, por exemplo, devem permanecer sempre vazios: mesmo apenas 2,5 centímetros de água trazem riscos de afogamento. Produtos de limpeza também são armadilhas para a segurança dos pequenos. Coloridos, podem ser confundidos com brinquedos ou bebidas, como sucos e o primeiro impulso das crianças é experimentá-los. Não corra esse risco deixando produtos como água sanitária, desinfetante e afins em um armário fechado, devidamente trancado ou situado em um lugar alto e fora do alcance.

Cuidado redobrado na cozinha

Caso seu pequeno já ande, é importante redobrar o cuidado com a cozinha. Se estiver cozinhando, certifique-se de que os cabos das panelas estão virados para dentro e não corra o risco do seu filho puxá-lo. Utensílios com fio ou ponte, como tesouras e facas, também devem ser mantidos em um lugar seguro, fora do alcance do pequeno. Adotar puxa-sacos pode ser importante para evitar que o bebê tenha acesso a objetos de plástico e corra o risco de morrer por sufocamento. A lata de lixo deve ficar em um lugar de difícil acesso ou, então, dê preferência para modelos que dificultem que a criança a abra.

Nada de toalhas compridas na sala de jantar

Quem tem filho pequeno deve evitar a todo custo toalhas compridas na mesa de jantar. Crianças são naturalmente curiosas, ativas e costumam se apoiar em tudo para se equilibrar. Por isso, há o risco de puxarem a toalha e derrubar tudo o que estiver em cima dela, como alimentos, copos, pratos, etc. Uma medida preventiva é optar por toalhas curtas ou, ainda melhor, jogos americanos.

Evite problemas com a eletricidade

Infelizmente, choques elétricos são problemas comuns na vida de quem tem filho pequeno. Evite que isso aconteça com seu bebê cobrindo as tomadas da casa com protetores. Além disso, fios elétricos nunca devem ficar à mostra: use os móveis como proteção e esconda-os atrás deles. Secadores de cabelo, sanduicheiras e afins devem ficar sempre fora da tomada e guardados longe do alcance da criança. Fios elétricos desencapados devem ser consertados imediatamente.

Para segurança do bebê, previna quedas

Quem tem filho pequeno não deve nem hesitar: instale já telas de proteção em janelas e varandas. Previna-se contra quedas nunca deixando o bebê sozinho em cima do sofá, trocador, cama ou qualquer superfície alta. Escadas exigem atenção redobrada: use portões de segurança no topo e na base e, caso ela seja aberta na lateral, instale grades ou redes de proteção.

Cuidados na arrumação do berço

Até mesmo a organização do quarto e a escolha do berço exigem alguns cuidados em nome da segurança do bebê. Acessórios muito volumosos, como almofadas e bichos de pelúcia grandes, devem ser evitados. Brinquedos, aliás, devem ser retirados quando a criança estiver dormindo. Se o bebê já conseguir ficar de quatro, tire os móbiles e outros itens que estejam pendurados para evitar que ele os puxe. Se o pequeno já estiver na fase de tentar se levantar, o estrado do berço deve ser abaixado ao máximo.

Dedos presos na porta

Um dos acidentes domésticos mais comuns em famílias com crianças pequenas é o famoso dedo preso na porta. Evite que isso aconteça com seu bebê usando protetores em espuma ou em borracha para evitar que as portas fechem e prendam o dedo da criança. Enquanto não providenciar o protetor, é possível prender um tecido nas maçanetas para impedir a porta de fechar, evitando acidentes e idas ao pronto-socorro.

Atenção aos móveis

A regra aqui é segurança em primeiro lugar, estética em segundo. É a segurança do seu bebê que está em jogo!

  • Móveis altos e pesados devem sempre estar firmes para não correr o risco da criança puxá-los e eles caírem em cima dela;
  • Na hora de escolher um móvel, dê preferência aos que tenham gavetas com trava. Essa é a garantia de que elas não se soltarão se forem puxadas;
  • Estante deve sempre estar parafusada às paredes para não cair;
  • Aparelhos pesados, como som e TV, devem ficar, de preferência, em móveis baixos. Evite ainda que eles fiquem perto da borda para não caírem;
  • Luminárias ficam melhor atrás de móveis, como cadeiras e sofás, para não serem derrubadas pelos pequenos (ou até mesmo pelo vento).

Para manter a segurança do bebê, é importante analisar a casa como um todo e fazer todas as modificações necessárias no ambiente para ter certeza de que seu lar doce lar não oferece perigos o seu bebê. Além disso, não deixar o pequeno sozinho e estar sempre atenta aos seus movimentos é outro ponto importante para prevenir acidentes.

Tem mais alguma dica para compartilhar em relação à segurança do bebê? Deixe nos comentários!

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Moda infantil

16 crianças estilosas que você precisa conhecer

Crianças, por si só, já são fofas. Mas quando os pequenos se vestem bem e são estilosos, o grau de fofura aumenta, concorda? Quem não gosta de ver uma criança arrumada e com um look cheio de graça e personalidade? Nós adoramos!

Há quem pense que estilo é exclusividade dos adultos, mas também há quem acredite que o estilo é um traço que nasce com a pessoa. Se essa segunda linha de pensamento for verdade, certamente algumas crianças do mundo já nasceram estilosíssimas.

Sim! Há muitos pequenos na mídia e nas redes sociais que se vestem melhor do que muitos adultos por aí. Quer conhecer os pequenos que são verdadeiros ícones fashion mirins? Então continue lendo o nosso artigo  e confira a lista que preparamos!

Suri Cruise

Filha de Tom Cruise e Katie Holmes, Suri Cruise já foi eleita várias vezes como a criança mais bem-vestida e estilosa de Hollywood. Ela é dona de um estilo único e sempre chama a atenção por seu visual autêntico e elegante. A pequena é uma verdadeira it girl mirim, que inspira mamães e crianças nos Estados Unidos e ao redor do mundo. Com seus casacos coloridos e seus vestidos encantadores.

Blue Ivy Carter

Outra que sempre arrasa no look é a pequena (e estilosa) Blue Ivy Carter, filha de Beyoncé e Jay Z. Ela herdou a personalidade marcante dos pais e sempre aparece com penteados originais e roupas fofíssimas. Não faltam vestidinhos, peças jeans e estampas fofas no guarda-roupas de Blue Ivy.

North West

A fofa North West, filha de Kanye West e Kim Kardashian, esbanja estilo e personalidade. As roupas da pequena seguem a linha extravagante, mas não deixa de ser uma graça. Jaquetinhas e saias rodadas fazem parte do closet dela. Os óculos hypados, peças de coleções recém-lançadas e  roupas de marca também integram os looks de North Whest.

Príncipe George

A cada novo clique, o príncipe inglês George encanta o mundo. O sucesso não se deve apenas à beleza do pequeno, mas também ao estilo de se vestir. Os trajes seguem uma linha mais clássica e elegante, sem excessos e fofa na medida. Os cardigãs e suéteres são as peças indispensáveis nos looks do princepezinho. Jardineiras e bermudas de alfaiataria também são vistas com frequência nas produções de George.

Harper Beckham

Caçula de quatro filhos, Harper demonstra muito estilo desde cedo. A filha de Victoria e David Beckham vive desfilando por aí com vestidos lindos, acessórios de cabelos, casacos fofos e sapatos coloridos. Ela já foi vista até fazendo compras com o pai e carregando as próprias sacolas. Ou seja, ela tem mesmo gosto pelo universo fashion.

Rafaella Lie e Julia Aya

Rafaela Lie e Julia Aya diariamente dão o ar da graça no Instagram da mamãe Karen (karenmakh). As garotas são brasileiras, mas possuem descendência japonesa. Umas fofas! Os looks das pequenas misturam várias tendências e influências, tudo de maneira harmoniosa e graciosa. Atualmente elas contam com aproximadamente 90 mil seguidores na rede social.

Haileigh

A charmosa Haileigh é atriz e modelo mirim, mas sonha em trabalhar na Casa Branca ou ser médica no futuro. Em seu Instagram ela mostra looks estilosos, peças modernas, estampas variadas, fotos de seus trabalhos como modelo e, claro, seu cabelo afro, lindo, volumoso e cheio de identidade!

Gavin Duh

Com mais de 200 mil seguidores no Instagram, Gavin é um garoto de estilo impecável. Ele se veste sempre com muita personalidade, embora procure adequar os looks às ocasiões. Ele usa desde camisetas de banda a peças  clássicas de alfaiataria. Além disso, o cabelo  de Gavin sempre está com um corte atual e estiloso.

Collete Wixon

O pequeno Collete Wixon possui mais de 260 mil seguidores no Instagram. E não é para menos! Além de aparecer com looks lindos e originais, ele também aparece em fotos inspiradas nas produções de homens adultos famosos e estilosos, como Zac Efron, George Clooney, Ryan  Gosling, Pharrel Williams, dentre outros. Para acompanhar Collete Wixon.

Alonso Mateo

Ele tem apenas 7 anos de idade, mas é um ícone do estilo mirim no Instagram. Alonso Mateo é filho da estilista Luisa Fernanda Espinosa, inclusive, divide com a mãe o perfil no Instagram. Juntos eles contam com mais de 600 mil seguidores. Mateo sempre aparece muito bem-vestido, com marcas como Little Marc Jacobs, American Apparel, Crewcuts, Dior e Kids Kitson. São jaquetas, calças jeans, óculos descolados e até roupas sociais para as ocasiões formais nas quais o pequeno fashionista acompanha a mãe.

M&D

Estilo em dose dupla! Os gêmeos M&D não poderiam ficar de fora da nossa seleção de crianças estilosíssimas. Os irmãos de 5 anos possuem mais de 130 mil seguidores no Instagram e costumam aparecer vestindo looks idênticos, porém, sempre com muita personalidade e bom gosto.

Willow Smith

Hoje a filha de Will Smith já é adolescente e continua sendo estilosa, mas foi na infância que ela chamou a atenção do mundo e se tornou uma das personalidades mais populares e influentes em termos de estilo infantil.

Talentosa e cheia de personalidade, Willow se destaca por seu trabalho musical e também pelos looks que usa. Só para se ter ideia, uma pesquisa recente feita pelo site Bing apontou que o nome da artista é buscado diariamente por milhares de pessoas nos Estados Unidos.

Matteo e Valentino Martin

Os filhos do cantor Ricky Martin também não poderiam faltar na nossa seleção, pois eles roubam a cena quando saem às ruas com os pais. Sempre bem-vestidos e conectados com as tendências da moda, os irmãos possuem um corte de cabelo estiloso e moderno. Além disso, o sorriso dos gêmeos complementa qualquer look perfeitamente. Lindos!

E aí, você gostou de conhecer um pouco mais sobre essas crianças estilosas, que arrasam nas poses e nos looks? Conhece outra criança fashionista que ficou fora da nossa lista? Você gosta de se inspirar nessas crianças para vestir seus filhos? Deixe o seu comentário e compartilhe suas sugestões e opiniões com a gente! Continue acompanhando as novidades que postamos aqui no blog e até a próxima!

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Família

Como a roupa pode influenciar na autoestima da criança?

Você acredita que baixa autoestima é um problema exclusivo de adultos? Então é melhor rever os seus conceitos, afinal, a autoestima baixa também se manifesta em crianças e deve ser uma preocupação dos pais na formação infantil, desde os primeiros anos, até a adolescência, período em que a baixa autoestima pode se agravar.

Normalmente a baixa autoestima na infância está relacionada à dificuldade da criança em se enturmar, à crença de que ela não consegue superar obstáculos e, também, à forma como vê a própria imagem. Muitas vezes, a criança se enxerga feia, incapaz, solitária. Temos que admitir que essas percepções e sentimentos tão complexos, aparentemente, não combinam com a alegria da infância, mas o fato é que esse quadro é mais comum do que se imagina.

Só para se ter ideia, até mesmo a roupa que a criança veste pode impactar a autoestima infantil. Duvida? Então acompanhe o nosso post e descubra como o vestuário pode influenciar a autoestima da criança!

A relação entre a roupa e a autoestima

Já percebeu que quando colocamos uma roupa bonita, que nos cai bem e nos deixa confortáveis, nos sentimos mais confiantes e felizes? Com a criança também é assim! A roupa certa eleva a autoestima infantil, faz o pequeno se sentir alegre, bonito e à vontade para brincar e ser ele mesmo.

No entanto, quando as crianças são vestidas com uma roupa que agrada unicamente aos seus pais, com uma cor e modelo que os pequenos mesmo não aprovam, a tendência é de que eles reclamem, não queiram vestir a roupa e, quando vestem, ficam infelizes com as peças.

A roupa certa pode valorizar os pontos fortes das crianças

Basta olhar ao redor para ver crianças com diferentes características. Há crianças negras, brancas, orientais, ruivas. Existem também as magrinhas, gordinhas e com o peso normal. Há ainda as crianças com problemas motores, mentais ou visuais que já possuem um maior desafio em relação à autoestima. Em todos esses casos, a roupa que a criança veste pode ajudar a valorizar seus pontos fortes e fazer com que ela se sinta mais feliz e confiante.

Nas garotas bem magrinhas, por exemplo, peças mais volumosas ou com babados ficam uma graça. Nas crianças mais gordinhas, tons como azul-marinho e preto, em contraponto com tonalidades vibrantes (pink e vermelho) ficam um espetáculo!

A regra que vale tanto para adultos quanto para crianças é: procure disfarçar as imperfeições e ressaltar o que a pessoa tem de mais bonito. Se o olho da criança é bem claro, por exemplo, escolha uma cor de roupa que destaque isso. Não tenha dúvidas de que ele roubará a cena!

O estilo traduz a personalidade e identidade infantil

O que a criança veste tem tudo a ver com o que ela gosta e é. Note que, de modo geral, os garotos ligados ao esporte adoram roupas bem confortáveis e mais larguinhas. Meninas delicadas e que seguem a linha princesinha gostam muito de peças cor-de-rosa, laços, bordados, rendas e aplicações.

Há crianças que, desde muito cedo, se interessam pelo universo rural. Não demora e as camisas xadrezes acabam integrando o armário dessas crianças. É genuíno e saudável quando a própria criança vai definindo seu estilo. Os pais não devem oprimir seus filhos quando isso acontece, pois isso pode contribuir para o desenvolvimento da baixa autoestima.

Padrões estéticos podem ser bem negativos

Embora na sociedade haja a ditadura da beleza, que valoriza a cultura do ser cada vez mais magro, alto e bonito, evite reforçar isso para que seu pequeno não sofra futuramente com problemas de baixa autoestima e depressão. Também não encare esse conselho como um incentivo para relaxar e descuidar da imagem do pimpolho, a ponto de ele se tornar obeso.

Mais do que uma questão estética, a obesidade é uma séria ameaça para a saúde. Portanto, ame seu filho como ele é, aceite-o como ele é, mas estimule-o a ser uma criança saudável, que come de forma balanceada e pratica exercícios.

Além disso, procure vesti-lo bem e, dentro de suas possibilidades financeiras, escolha boas marcas de roupa, tecidos duráveis e confortáveis. Essas medidas ensinarão seu pequeno a crescer cuidando de si mesmo, tanto no que diz respeito à saúde, quanto no que diz respeito à imagem.

Dicas para ajudar a criança a ter uma boa autoestima

  • Desde a infância, procure passar tempo de qualidade com os seus filhos, converse com eles, escute-os, interesse-se pelas atividades que eles realizam e esteja aberto a esclarecer questionamentos.
  • Em situações difíceis, como bullying na escola, uma nota baixa ou uma derrota no campeonato de natação, dê apoio à criança e mostre a ela que ela é importante e que não está sozinha. Ela precisa ver que tem muito valor, apesar das dificuldades.
  • Esteja atento aos sinais que a criança envia. Se notar comportamentos estranhos, tristeza, isolamento, falta de vontade de sair e brincar, timidez excessiva e insatisfação com a própria imagem, procure acompanhamento psicológico especializado para ajudar seu filho. Tenha em mente que se a criança evita atividades esportivas, sociais e intelectuais temendo o fracasso e não aceitação, esse é um forte indício de baixa autoestima.
  • O papel da escola também é muito importante para que os problemas de autoestima sejam superados. Se o seu filho tiver baixa autoestima, não hesite em conversar com os professores, coordenadores e diretores.
  • Não anule a personalidade da criança. Oriente seu filho e dê suporte em relação às escolhas dele mas, por exemplo, se a criança se sente melhor com roupa vermelha em vez de amarela, respeite a opinião para evitar que a criança se frustre. Na primeira infância, as crianças tendem a ser vestidas conforme os gostos dos pais, mas ao longo do tempo, elas revelam os próprios gostos e estilo, o que é bom para a consolidação da autonomia.
  • Não compare seus filhos. Nada de fazer comentários como: “olha como sua coleguinha é magra”, “olha como a sua prima come pouco” e por aí vai. Isso acaba com a autoestima da criança.
  • Lembre-se de que os gordinhos podem ser tão estilosos como qualquer outra criança. Eles não precisam usar roupas muito maiores e nem se esconder apenas em conjuntos de legging e bata. Vestidinhos, saias, calças jeans e shortinhos também podem ser usados pelas meninas mais fofinhas. Já os meninos podem abusar de bermudas, camisetas e calças modernas.
  • Vale destacar que as crianças com boa autoestima não têm medo de novos desafios, gostam de aprender coisas diferentes, possuem autonomia, são sociáveis, confiam em si mesmas, não duvidam das próprias capacidades, adoram sair de casa, gostam de se arrumar, são colaborativas e admitem os próprios erros. Se seu filho é assim, ele tem a autoestima elevada e a roupa certa só faz reforçar essa característica.

E aí, você gostou do nosso artigo? Acha que realmente a roupa tem um papel importante na autoestima infantil? Compartilhe as suas opiniões com a gente. Queremos saber o que você pensa sobre o assunto!

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Roupas de Bebê

O que não pode faltar no guarda-roupa do seu bebê

Montar o guarda-roupa de bebê é uma das partes mais gostosas do planejamento para receber o pequeno, não é mesmo? O problema é que nem sempre essa missão é tão simples assim. Com tantas opções fofas por aí, muitos papais e mamães acabam enchendo as prateleiras do armário com peças que, no final, nem vão poder ser usadas pelo seu filho.

Pensando nisso, resolvemos compartilhar, a seguir, as peças que não podem faltar na sua lista de roupas de bebê. Fique de olho e acerte no enxoval do seu filhote!

Macacão ou body

Esse deve ser o item número um no guarda-roupa de bebê. Isso porque, principalmente no caso dos recém-nascidos, essa é a peça mais confortável possível para o pequenino e também para os pais, já que permite que o neném se mexa sem restrição, não fica subindo como uma blusa e deixa que os adultos removam e vistam a roupinha com rapidez na criança para dar banho, trocar a frauda, etc.

Vale lembrar que o tipo de macacãozinho vai depender tanto da idade do seu filho quanto da estação do ano e do clima do ligar onde você mora. Se o baby vai nascer no verão, por exemplo, compre bodiestamanho RN sem manga, para deixá-lo bem fresquinho, e aposte nos macacões de tamanho M mais quentinhos, com manga comprida, para quando o bebê estiver maior no inverno.

Roupas de praia

Não importa se você não mora no litoral: uma hora ou outra, vai fazer aquele calor e você vai querer levar o seu baixinho para se divertir ao ar livre, de preferência com muita água! E na piscininha inflável no quintal, no mar ou no clube, é preciso contar com as roupinhas de banho certas para que o seu pimpolho fique protegido e confortável ao mesmo tempo.

Por sorte, nós já falamos um pouco sobre os cuidados na escolha das roupas de bebê para a praia neste outro post, que tal dar uma olhadinha?

Conjunto de praia para menina

Camisetas

As camisetas são peças coringa em qualquer guarda-roupa de bebê: você pode vesti-las no seu filho por baixo de uma jardineira, de uma blusa de frio ou até junto com uma legging confortável para deixar o pequeno brincando protegido! No calor, as camisetas bloqueiam o sol sem sufocar a criança, e podem inclusive ser a única peça de roupa usada nos dias muito quentes.

A dica, aqui, é preferir os modelos com botões nos ombros ou perto do pescoço (atrás ou na frente), que facilitam o momento de passar a cabecinha do pimpolho pela gola.

Camisetas importadas

Meias

Colocar sapatinhos no seu bebê para sair é muito importante para proteger seus pezinhos, mas dentro de casa, o calçado principal podem sim ser as meias mesmo. Daí a necessidade de contar com uma boa quantidade de meias de qualidade, tanto para evitar farpas e outros objetos que podem ferir os pés do bebê quanto para agasalhá-lo — sabia que os pequeninos sentem mais frio que a gente?

 

Essas são as roupas de bebê que você não pode deixar de ter para vestir seu baixinho a qualquer hora, mas, claro, além delas, você também pode apostar em algumas peças menos básicas, como vestidos e conjuntinhos para ocasiões especiais, não é? Comente contando para a gente o que mais vai para o guarda-roupa do seu filhote e diga se você ainda tem alguma dúvida sobre como escolher o enxoval do pequenino!

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Família

Você sabe como funciona o sono do bebê?

Você sabia que dormir é uma necessidade fisiológica tão importante quanto respirar, se alimentar e beber água? Só para se ter ideia, os maus hábitos do sono podem acarretar doenças sérias, como a hipertensão, obesidade e diabetes. Em síntese, dormir não é apenas uma questão de relaxar e descansar. É uma questão de saúde!

A qualidade do sono deve ser buscada desde cedo, pois dormir bem é essencial para o desenvolvimento das crianças. Quanto antes os pequenos aderirem a bons hábitos, mais fácil será de manter uma rotina saudável do sono quando eles crescerem.

Pensando nisso, preparamos um material especial para que você entenda como funciona o soninho dos bebês. Fique de olhos bem abertos no nosso artigo e deixe para dormir depois, pois as informações que vamos dividir contigo são preciosas. Venha com a gente!

Vestido bebê branco

A importância do sono para os bebês

O sono de qualidade é fundamental para que o bebê fique tranquilo durante o dia, mas também está ligado ao desenvolvimento da criança e equilíbrio hormonal. Durante o sono, o organismo das crianças produz melatonina, TSH, prolactina, grelina e GH, o hormônio do crescimento. Na infância, 90% do hormônio do crescimento é liberado justamente quando a criança está dormindo. Ou seja, seu filho cresce enquanto dorme. Vale ressaltar que esse hormônio também é crucial para os pequenos porque evita o acúmulo de gordura corporal, ajuda na manutenção do tônus muscular, fortalece os ossos e aumenta a disposição.

Quanto tempo o bebê dorme em cada fase

Cada bebê tem suas particularidades e hábitos, portanto, não é incomum que o filho da sua amiga durma por muitas horas seguidas, enquanto seu filho acorda toda hora. Alguns dormem duas ou três horas a mais por dia do que os outros, mas de modo geral, a quantidade média de sono é a seguinte em cada etapa do desenvolvimento:

1 mês: 8 horas e 30 minutos de sono durante a noite. De dia, os bebês dormem aproximadamente 7 horas, distribuídas entre 3 sonecas.

3 meses: 10 horas de sono noturno e 5 horas de sono diurno, distribuídas entre 3 sonecas.

6 meses: 11 horas de sono à noite e 4 horas de sono de dia. As sonecas caem para duas vezes.

9 meses: 11 horas de sono noturno e 3 horas de sonecas de dia.

12 meses: 11 horas e 15 minutos de sono à noite e 2 horas divididas entre duas sonecas de dia.

18 meses: 11 horas e 15 minutos de sono noturno e 2 horas e 15 minutos de soneca.

2 anos: 11 horas de sono de noite e 2 horas em uma única soneca de dia.

3 anos: 10 horas e 30 minutos de sono noturno e 1 hora e 30 minutos em uma sonequinha.

Você deve ter reparado que, no geral, bebês dormem bastante, não é mesmo? Eles realmente precisam de mais horas de sono do que os adultos. Os recém-nascidos normalmente dormem o dobro de horas do que seus pais e isso é plenamente normal e saudável!

O padrão do sono dos bebês

Se você está preocupada porque o seu bebê dificilmente dorme ininterruptamente, saiba que isso é normal, afinal, eles precisam acordar para as mamadas. Além disso, os ciclos de sono do bebê são mais curtos do que os ciclos de sono dos adultos. Enquanto os adultos passam por cinco estágios do sono, os bebês passam por dois: o ativo e o tranquilo. O sono ativo é a etapa em que o bebê acorda mais facilmente, além de apresentar movimento rápido dos olhos, respiração irregular, movimentos corporais e vocalizações. O sono tranquilo, por sua vez, é marcado por respiração rítmica, ondas lentas e pouca movimentação. Nesse estágio, não há o movimento dos olhos.

Dicas para que seu bebê durma melhor

  • Deixe as brincadeiras e conversas com o pequeno para as mamadas durante o dia. Na alimentação noturna, o momento da amamentação deve ser tranquilo, a fim de favorecer a preparação para o sono. Essa medida vai ajudar o organismo do seu filho a entender as diferenças entre dia e noite.
  • A partir de 2 meses, permita que seu pequeno pegue no sono sozinho. Quando ele estiver sonolento, coloque-o no berço. Isso evita que a criança fique demasiadamente dependente e só durma mamando ou quando você estiver ninando-a.
  • Estabeleça o ritual do sono. Uma boa sugestão é dar banho, trocar a fralda, colocar uma roupinha macia e contar uma história, mas o ritual pode ser criado de acordo com cada família.
  • Transforme objetos de estimação em aliados. Os bichinhos de pelúcia antialérgicos e naninhas podem virar os companheiros favoritos do seu pequeno e ajudá-lo a pegar no sono. Um bom truque é ficar com esse objeto por um tempo para que ele pegue o cheirinho da mamãe.
  • Aposte em roupas confortáveis. Para que seu pequeno durma bem, invista em roupinhas e pijamas macios ao toque e que não sejam apertadas. As peças de algodão são as mais recomendadas, nesse caso. Roupa importada de bebê também pode ser uma ótima escolha para deixar seu filho pronto para dormir por horas seguidas.
  • Não pegue o bebê no colo ao primeiro chorinho. Deixe-o chorar um pouco, depois vá até ele, seja gentil, faça um carinho, mas não pegue-o no colo a menos que seja para alimentá-lo. Seja firme nesse momento, pois ele precisa saber que é hora de dormir.
  • A responsabilidade de confortar a criança pode e deve ser dividida entre pai e mãe. Com poucos meses, a mãe já cumpre esse papel a cada mamada, mas à medida que a criança for crescendo, o pai pode ajudar no processo de acalmar o filho, contar histórias, etc.
  • Crie um ambiente favorável ao sono. Um quartinho limpo, organizado, silencioso e acolhedor faz toda diferença no soninho dos pequenos. Evite luzes muito fortes, pois isso impede que a criança adormeça com facilidade.
  • Tenha paciência. Os bebês possuem padrões de sono diferentes dos adultos e isso ocorre porque eles ainda não se adaptaram ao ambiente externo e nem desenvolveram seu sistema circadiano. Para completar, o organismo deles ainda não sabe as diferenças entre dia e noite.
  • Coloque o bebê para dormir de barriga para cima. A posição segura para o bebê dormir é essa, pois evita os sufocamentos e a temida síndrome da morte súbita infantil.

E aí, como o seu bebê tem dormido? Essas dicas vão te ajudar a garantir um soninho saudável e tranquilo para o pequeno! Compartilhe suas opiniões e experiências conosco através dos comentários. Ah, e para ver a importância de ensinar as crianças a respeitarem horários, leia também o nosso post “7 dicas para educar crianças”.

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Família

13 mitos e verdades sobre a amamentação

Seu bebezinho tão esperado está para chegar e você e sua família estão vivendo a gostosa expectativa de conhecer o mais novo membro. É hora de muita alegria, mas também de muitas dúvidas para a mamãe que quer sempre o melhor para seu bebê. Uma das decisões importantes a serem tomadas neste momento é sobre a amamentação e não vão faltar palpites e conselhos vindos de outras mamães, das vovós e das amigas. O assunto amamentação costuma atrair diferentes opiniões, e muitas pessoas à sua volta vão querer mostrar que sabem o que é melhor para o SEU bebê.

Nesse momento, a coisa mais importante a se lembrar é essa: amamentar ou não é uma decisão pessoal sua e não da família. É natural que você esteja se sentindo insegura e cheia de dúvidas quanto a este assunto, então preparamos este post para ajudar você, futura mamãe, a conhecer os mitos e verdades sobre a amamentação.

Vestidos de bebe

Amamentação é benéfica para a saúde do bebê

Verdade. Sem dúvida, esta é uma opinião unânime entre os médicos e abalizada pela Organização Mundial de Saúde: o leite materno é um alimento completo e contém todos os nutrientes que seu bebê precisa até os seis meses de idade. Além de bem nutrido, o bebê amamentado no peito também estará protegido contra infecções, alergias, diabetes, doenças cardíacas, afecções de pele e outras doenças, além de prevenir a obesidade infantil. E mais ainda: o desenvolvimento do cérebro do bebê amamentado no peito também é favorecido.

Algumas mães têm leite fraco

Mito. Não existe leite fraco, todo leite materno é bom para o bebê. Algumas vezes, a mãe compara o leite materno ao leite de vaca e acha que seu leite está aguado, pois o da vaca é mais espesso. O leite humano é naturalmente menos denso, mas isso não significa que é “fraco”. Mesmo as mães desnutridas são capazes de produzir leite materno adequado para o bebê.

Amamentar dói

Mito. A amamentação deve ser um processo natural e indolor. Nos casos em que há dor, o mais provável é que o bebê não esteja sugando corretamente. O ideal é que o bebê tenha a aréola inteira na boquinha e não apenas o bico do mamilo, que é a parte mais sensível. As rachaduras do bico do seio ocorrem pelo processo de sucção errada. A equipe da maternidade estará pronta para orientar as mamães quanto ao modo correto de amamentar.

Quem tem prótese de silicone nos seios não pode amamentar

Mito. Dependendo da técnica usada no implante, não há problema algum. O ideal é que o corte cirúrgico para a colocação da prótese seja feito pela axila ou pela dobra do seio e não pela aréola. Caso você pretenda amamentar depois da colocação da prótese, discuta antes com o cirurgião sobre o melhor técnica cirúrgica a adotar.

Dar a mamadeira é mais fácil do que amamentar

Mito. Desculpe, mas isso é conversa dos fabricantes de fórmulas para alimentação infantil que querem aumentar as vendas, então tentam desestimular o aleitamento materno. Depois de alguns dias de adaptação entre mãe e filho, amamentar se torna fácil e natural. E você tem o leite prontinho para o seu bebê na hora em que ele quiser, sem se preocupar com a esterilização de mamadeiras e outras providências.

Amamentar emagrece

Verdade. A produção de leite queima calorias, por isso a mãe emagrece mais rapidamente ao amamentar. Mantenha uma alimentação saudável e equilibrada que logo você estará em forma novamente. É normal que a mãe perca de 600 a 800 calorias por dia enquanto estiver amamentando, o que equivale a uma caminhada de meia hora em ritmo moderado. Você emagrece sem esforço físico, enquanto desfruta de deliciosos momentos de intimidade com o seu bebê!

Quem tem mamilo invertido não consegue amamentar

Mito. A natureza é sábia e sempre acha um jeitinho. À medida que os seios crescem durante a gravidez, a tendência é de que os mamilos se tornem mais salientes. Você também pode encontrar nas farmácias as conchas de silicone próprias para serem usadas na gravidez e que ajudam a moldar os mamilos. E fique tranquila, pois assim que o bebê nascer, a equipe de enfermagem vai te ajudar a encontrar o jeito melhor para amamentar.

Você não vai engravidar novamente enquanto amamentar

A questão aqui é mais delicada. Não é provável que você engravide, mas é melhor não contar com a amamentação como garantia para evitar uma nova gravidez. Peça orientação médica quanto ao melhor método anticoncepcional a adotar nesse período.

Amamentar provoca flacidez dos seios

Mito. A flacidez dos seios pode estar ligada a fatores genéticos ou ao ganho de peso excessivo durante a gravidez, mas não está relacionada à amamentação. Seus seios vão aumentar muito de tamanho enquanto estiverem produzindo leite, mas a tendência é de que eles voltem naturalmente ao que eram antes quando chegar o final do período de amamentação.

O leite materno pode ser congelado

Verdade. Tome cuidados especiais com a higiene ao extrair o leite. Lave bem as mãos e os antebraços, prenda os cabelos e evite falar durante a coleta. Se necessário, use bombas de extração de leite e armazene em recipientes bem lavados e esterilizados, antes de levar ao freezer. Cole no frasco uma etiqueta com a hora e dia em que o leite colhido. Segundo a Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano, o leite congelado no freezer pode ser usado até por 15 dias.

Ao voltar ao trabalho, a mãe tem de interromper a amamentação

Mito. A lei garante o direito a dois intervalos de meia hora para amamentação até que seu bebê complete seis meses. Esse tempo pode ser prorrogado, caso houver recomendação médica. A maioria das mães prefere somar os dois intervalos de meia hora e sair do trabalho uma hora mais cedo. Além disso, você pode coletar e congelar o seu leite (siga as orientações do item acima) e deixar para o seu bebê enquanto estiver no trabalho.

A mãe precisa de alimentação especial durante a amamentação

Mito. O que você precisa é de alimentação saudável e equilibrada, o que você já deve ter adotado desde a gravidez, mas não precisa cortar nada de sua alimentação. Até uma taça de vinho para comemorar o nascimento é permitida, só não valem os excessos de álcool, cafeína e frituras, mas isso você já sabe desde que engravidou, não é? Tenha uma garrafinha de água por perto enquanto amamenta e mantenha-se sempre bem hidratada!

A amamentação é benéfica para a saúde da mãe também

Verdade. A produção de prolactina e ocitocina promove uma sensação de relaxamento e bem-estar para a mamãe e aquele momento gostoso de olho no olho que acontece durante a amamentação fortalece os laços com o bebê. Amamentando você emagrece e volta à forma mais rapidamente, fica protegida contra câncer de mama e de ovários e de doenças cardiovasculares.

Então, agora você já sabe que o aleitamento materno é extremamente benéfico para mãe e filho e vai garantir a saúde e a segurança de seu bebê tão precioso. Tome sua decisão baseada em informações do/da obstetra e de fontes confiáveis e não baseando-se em mitos e “conversas de comadres”.

Compartilhe suas experiências conosco e deixe seus comentários no blog para ajudar as outras mamães!

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Roupas de Bebê

Aprenda a organizar o guarda-roupa de seu filho

E aí, como anda o guarda-roupa do seu filho? As peças estão bem organizadas ou você sempre tem dificuldade para encontrar o item que procura? Se dentro do armário as roupas estão emaranhadas e o guarda-roupa está uma verdadeira bagunça, saiba que está na hora de reverter esse quadro e dar fim à desorganização.

Mais do que abastecer o guarda-roupa do pequeno com belas peças, é preciso dar atenção ao armazenamento de cada macacão, blusa, calça, short ou vestido. Isso garante a beleza, conservação e durabilidade das roupinhas das crianças.

Quer saber como organizar o guarda-roupa do seu filho, otimizando o espaço, aumentando a funcionalidade e praticidade no dia a dia? Então confira as nossas dicas e descomplique essa tarefa!

Conjunto Infantil feminino

Elimine os excessos dentro do guarda-roupa

O primeiro passo para deixar o guarda-roupa infantil em ordem é eliminar os excessos, pois quando há roupas demais no armário, a tendência é que ele fique bagunçado. Separe primeiramente as peças que servem e estão em bom estado das peças que seu filho já não usa mais. O que estiver pequeno para ele, encaminhe para doação e o que estiver estragado, encaminhe para o conserto. Por fim, separe as peças que ainda não cabem e que serão usadas no futuro. Estas podem ser colocadas em uma gaveta diferente, guardadas em caixas organizadoras ou em sacos plásticos específicos. Faça essa triagem nas roupas dos pequenos de tempos em tempos.

Coloque as roupas que a criança usa mais em lugares acessíveis

As roupas de festa ou peças que a criança ainda não usa devem ser colocadas em lugares altos. As roupinhas de uso diário, por sua vez, precisam ficar em locais mais acessíveis, a fim de simplificar a rotina da mãe e da própria criança. Roupas escolares devem ficar ao alcance do seu filho, em um lugar separado. A mesma estratégia deve ser usada na hora de guardar roupas de atividades regulares, como as aulas de natação, balé e futebol.

Crie uma cultura de organização em casa

O ideal não é que os pais arrumem tudo que os filhos tiram do lugar, mas sim que eles ensinem seus filhos a manter o guarda-roupa organizado. Nesse sentido, é importante que as crianças ajudem a arrumar o armário e que se familiarizem com a arrumação, pois isso vai fazer com que elas encontrem as roupas com mais facilidade, evitando assim a bagunça. Desde a infância, converse com o pequeno sobre a importância da organização para o bem-estar. Desse modo, ao crescer, seu filho será mais organizado e independente, te livrando de ouvir perguntas tão clássicas quanto “mãe, cadê meu tênis?”.

Use etiquetas e caixas organizadoras

Para manter a organização do guarda-roupa infantil, use e abuse das caixas organizadoras para guardar roupas de banho, meias, calcinhas, cuecas e acessórios de cabelo. Dê preferência a caixas transparentes, pois elas facilitam a visualização do conteúdo das caixas. Não abra mão também das etiquetas para sinalizar o que vai dentro de cada uma delas. Se você não quiser se desfazer das roupinhas antigas, é possível dividir as peças por tamanho. Por exemplo, uma caixa pode ter roupinhas de 1 a 2 anos, outra pode ter roupinhas de 3 a 4, e assim por diante. Evite apenas caixas velhas de papelão, pois elas normalmente escondem traças e ovos de baratas, que acabam danificando produtos têxteis.

Divida as peças por estação

Para otimizar o espaço e aumentar a praticidade, separe as roupas do seu filho por estação. Na primavera e no verão, deixe as peças mais leves e frescas nas gavetas e nos cabides, enquanto os casacos e roupas mais pesadas devem ficar na parte superior do guarda-roupa (maleiro). Quando a estação virar, inverta as posições. É chegada a hora de guardar as roupas leves no maleiro e descer as roupas invernais.

Não abra mão dos cabides

Os cabides são verdadeiros aliados da organização, pois com eles as roupas ficam sempre bem passadas, fáceis de ver e de pegar. Além do mais, colocar as roupas dos pequenos no cabide é uma tarefa mais prática e rápida do que dobrá-las, concorda? Sendo assim, pendure tudo que você conseguir pendurar, especialmente vestidos, casacos e macacões que tendem a amassar quando são dobrados.

Organize as gavetas e prateleiras

Categorize as gavetas e as prateleiras por tipo de peça. Em uma gaveta, por exemplo, podem ficar todas as blusas de manga, a outra pode ser reservada a camisetas, a outra a pijamas e por aí vai. Nas prateleiras, você pode colocar shorts, saias e calças devidamente separados. Vale ressaltar que, depois de separar as peças, o ideal é organizá-las do claro para o escuro, fazendo um degradê de cores. Para organizar itens pequenos, como roupas íntimas e meias, aposte nas colmeias, divisórias e outros organizadores. Eles poupam espaço e facilitam a localização dos itens, evitando que eles se misturem.

Roupas infantis femininas

Cuidado com as roupinhas delicadas

Roupas finas, peças com apliques, vestidos bordados, itens com laços ou casacos peludos devem ser guardados em saquinhos, de preferência pelo avesso, para evitar que eles desfiem, peguem bolinhas ou acabem rasgando. Nesse caso, não apenas o cuidado com armazenamento deve ser redobrado, mas com a lavagem também. Também é importantíssimo evitar a umidade e colocar sachês antimofo dentro do guarda-roupa do pequeno.

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Família

7 riscos de segurança para seu bebê

Bebês são naturalmente mais sensíveis do que adultos. A pele deles é fina, seu sistema imunológico é vulnerável e o organismo não suporta temperaturas elevadas demais e nem temperaturas excessivamente baixas. Para completar, à medida que o tempo avança e os sentidos se desenvolvem, os bebês tornam-se mais curiosos. Só que é nessa fase que entra em questão uma limitação infantil própria da idade: os bebês ainda não se comunicam verbalmente. Assim, eles ficam ainda mais expostos a perigos, já que correm o risco de engolir objetos, mas ainda não conseguem falar o que aconteceu. Esse é só um exemplo, dentre tantos casos que acontecem diariamente.

Como você bem sabe, bebês são completamente dependentes de seus pais, ou seja, você tem um papel extremamente importante no desenvolvimento do seu filho e na preservação da segurança dele. Para te ajudar nessa tarefa, listamos os principais riscos que ameaçam a saúde, segurança e bem-estar dos pimpolhos. Alguns desses perigos, os papais e mamães nem se dão conta, pois parecem inofensivos!

 

Desmame precoce

Por motivos diversos, como baixa produção de leite ou desconforto na hora da amamentação, muitas mães decidem suspender o aleitamento, no entanto, isso representa um perigo para o desenvolvimento dos pequenos, já que a ausência de leite materno pode deixar o sistema imunológico das crianças mais vulnerável.

Vale ressaltar que a amamentação até que o bebê complete, pelo menos, seis meses, traz benefícios psicológicos e físicos tanto para a mamãe, quanto para o bebê. Além disso, diminui consideravelmente o risco de desenvolvimento de problemas como diabetes, eczema, diarreia, alergias, obesidade, hiperatividade, infecções urinárias e alergias. Sendo assim, a menos que as mães tenham alguma doença que as impeçam de amamentar, o aleitamento é essencial. No caso de impossibilidade, é preciso conversar com o pediatra e descobrir como deve ser feita a alimentação/suplementação da criança.

Berço cheio de objetos

Berços enfeitados podem ser lindos, mas também representam um perigo iminente para os bebês, especialmente quando os objetos são macios, como as pelúcias, almofadinhas e rolinhos. Ao optar por esses artigos, a intenção dos pais é, normalmente, deixar o quarto mais bonito e aconchegante, porém, a escolha mais segura e confortável para a criança é deixar o berço livre, pois assim, não há risco de sufocamento.

O uso de protetores de berço também não é indicado pela Sociedade Americana de Pediatria, já que o bebê pode entrar debaixo do protetor e sufocar. Cumpre ressaltar que o excesso de objetos também pode viabilizar que bebês prestes a completar um ano, escalem o berço e sofram alguma queda.

 

Não travar o cinto do bebê conforto

A cadeirinha/bebê conforto é essencial para a preservação da segurança das crianças, mas para que esse elemento realmente ajude a manter seu filho seguro, é indispensável que a cadeirinha seja instalada da forma correta. Além disso, os papais zelosos não devem se esquecer de travar o cinto de segurança da cadeirinha, caso contrário, o bebê poderá cair.

A mesma dica vale para os carrinhos de passeio. Por falar em carro e em passeio, para impedir a fatalidade de esquecer o bebê dentro do veículo, sempre o coloque no meio do banco de trás. Assim você vai ver seu filho através do espelho e corre menos risco de sair sem levá-lo.

 

Miudezas em lugares baixos

Objetos muito pequenos em lugares baixos também representam um perigo para os bebês, especialmente quando eles começam a engatinhar. Para impedir que a criança engula e engasgue com brinquedinhos, botões, moedas ou até mesmo enfeites de cabelo, é crucial que os objetos menores não fiquem guardados em locais acessíveis para crianças.

Mesmo que seu bebê ainda seja de colo, já comece a mudar os hábitos em casa. Enquanto o baby estiver dormindo, faça uma triagem nos cômodos da residência e transfira as miudezas para lugares mais altos. Todo cuidado é pouco!

 

Dormir com os pais

Não use a justificativa de que o bebê não se adapta ao berço para poder levá-lo para a cama com você. Na verdade, as mamães acham mais cômodo ter o filho por perto na hora das mamadas, porém, a prática de colocar o bebê para dormir entre os pais também é perigosa.

Os adultos também dormem e, inconscientemente, podem rolar e acabar sufocando a criança. Além disso, a cama não é um móvel ergonomicamente pensado para o bebê, ao contrário do berço, que alia características como conforto e segurança para o público na primeira infância. Cumpre salientar que a posição mais segura para os bebês dormirem é de barriga para cima.

Usar andador

Permitir o uso de andador também é um erro grave que pode ameaçar a segurança do pequeno. Não é à toa que esse objeto já foi proibido em alguns países, além de ser contraindicado pela maioria dos pediatras brasileiros. O andador pode causar acidentes, principalmente quedas, por conta da velocidade acelerada. A queda pode até não ter desdobramentos graves, mas pode também causar luxações, lesões e traumatismos. O andador também pode atrasar os primeiros passos autônomos da criança, já que a deixa insegura para andar sozinha.

Roupas de má qualidade

Você sabia que até mesmo o vestuário pode ameaçar a segurança dos pequenos? Tecidos de má qualidade podem provocar alergias, além disso, roupas com acessórios de plástico ou elementos têxteis com chumbo também comprometem a saúde e bem-estar da criança.

Só para se ter ideia, nos Estados Unidos, entre 1985 e 2011, aconteceram 11 casos de acidentes relacionados ao vestuário infantil, seja estrangulamento, engasgamento ou sufocamento. Aqui no Brasil, recentemente foi publicada a Norma ABNT NBR 16365/2015 voltada para a segurança na moda infantil. A norma alerta para a não inclusão de cordões maiores que 5cm, botões e apliques fáceis de soltar e etiquetas costuradas com fios de poliamida nas roupas de crianças. Portanto, compre apenas roupas de qualidade e de marcas reconhecidas para os seus pimpolhos.

No mais, à medida que o bebê for crescendo e a partir do momento em que a criança começar a andar, adote novos cuidados, como colocar protetores nas tomadas, investir em telas de proteção para as janelas e piscinas, guardar produtos de limpeza e remédios em lugares altos, comprar brinquedos com o selo do Inmetro e sempre levar em conta a faixa etária indicativa antes de adquirir novos jogos e bonecos. E então, você toma esses cuidados para manter o seu pequeno sempre seguro? Compartilhe sua experiência com a gente através dos comentários!